Diante de inúmeras vezes que pessoas ligada ao B. Folha de Notícias que presenciaram em vários ônibus entre Recife e Jaboatão dos Guararapes-PE, pessoas sem nenhum tipo de comorbidades, inclusive jovens, sentados enquanto idosos, autistas e pessoas com outros tipos, que poderiam está naqueles assentos, viajavam em pé ou sentados pelos degraus dos coletivos e, isso fez com quê a equipe do B. FN, criasse essas informações no sentido de ajudar às pessoas a se conscientizar melhor sobre o respeito do direito dos Idosos e das pessoas com outros tipos de comorbidades a terem direitos ao assentos nos meios de transportes públicos.
Melhores detalhes você vai ler a baixo com a ajuda de uma postagem de outro site que trouxemos da Internet, para tentar ajudar à todos à ser mais consciente.
Texto a baixo foi reprodução/Internet:
A ocupação de assentos preferenciais por jovens enquanto idosos permanecem em pé nos ônibus é um problema frequente de cidadania no transporte público brasileiro, frequentemente gerando conflitos e vídeos virais. Embora amparado pelo Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003), o desrespeito a assentos garantidos gera riscos de quedas e fraturas graves, especialmente para idosos.
Pontos-chave sobre a situação:
Conflitos e Exposição: Vídeos nas redes sociais frequentemente mostram discussões calorosas e troca de ofensas entre jovens e idosos disputando o espaço, evidenciando a falta de empatia e respeito no cotidiano.
Segurança em Risco: A permanência de idosos em pé é perigosa, aumentando o risco de acidentes, quedas e fraturas, mesmo que os idosos sejam ativos, devido à falta de equilíbrio e arrancadas dos ônibus.
Assentos Preferenciais: A legislação garante assentos para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e com crianças de colo, sendo seu desrespeito uma violação de direitos.
Educação e Cultura: A situação reflete uma falta de conscientização social sobre o respeito à terceira idade, muitas vezes com jovens utilizando celulares e ignorando a presença de idosos.
A situação evidencia a necessidade de maior educação cívica e, por vezes, a intervenção do motorista ou cobrador para mediar o uso correto dos assentos preferenciais.

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