quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Obras de arte de Maurílio Felix da OPALLETTY, do Ibura-PE

 Maurílio Felix, ex-socorrista do SAMU - Recife, passa maior parte do seu tempo, sempre procurando inovar as coisas, além de criar invenções tipo, artesanato por exemplo.

Aqui você pode ver algumas delas, são decorações que você pode se interessar por alguma ou, quem sabe, de todas elas.

Você pode adquirir esses produtos entrando em contato com o criador, através do número; (81) 98747.6988 - que também funciona como WhatsApp.

Ver fotos:














Por Paulino Andrade/FN

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Segurança Psicológica é o caminho para a inovação nas empresas Em palestra no HSM+, Patrícia Ansarah, do Instituto Internacional em Segurança Psicológica, destaca os pilares da segurança psicológica para as organizações que desejam avançar na trilha de um capitalismo mais consciente

O Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP) levou o tema segurança psicológica e como ela é um meio eficaz para as empresas que desejam avançar num capitalismo mais consciente e ao mesmo tempo bastante desafiador para o primeiro dia do HSM+, considerado o maior evento de gestão e inovação da América Latina, realizado no Transamérica Expo Center, em São Paulo.


Patrícia Ansarah, psicóloga organizacional, mentora executiva, cofundadora do IISP e que atua há mais de vinte anos ajudando empresas a transformarem seus processos organizacionais, atuando com mais significado e propósito, palestrou  no palco Makers e falou sobre como grandes empresas premiadas por seu ambiente de trabalho também têm profissionais adoecidos, precisando de acolhimento e espaço para se expressar. “Como em uma mesma empresa tem tanta gente feliz e ao mesmo tempo outras pessoas tão adoecidas?”, questionou.


Segundo a executiva, o que acontece nas empresas são jornadas de relações que devem ser constantemente cuidadas e repensadas para que o time, como um todo, sempre se sinta seguro psicologicamente ou, do contrário, as pessoas adoecerão, se calarão ao invés de propor mudanças ou questionamentos que provoquem mudanças positivas para o negócio, criando um cenário onde todos perdem. “Ou a empresa que você trabalha cura uma dor do mundo ou ela causa uma dor do mundo”, disse.


O termo Segurança Psicológica foi cunhado pela Dra Amy Edmondson, engenheira, que a partir de uma pesquisa, no início dos anos 90, sobre o funcionamento de times em hospitais, um ambiente complexo e cheio de desafios, detectou que onde havia segurança psicológica, as pessoas performavam muito melhor. “Amy classificou ambientes psicologicamente seguros como aqueles onde os integrantes de um time podem assumir riscos interpessoais, ou seja, têm liberdade para falar, expor suas ideias, sem medo de retaliações ou ‘cancelamentos’ e cada assunto é visto sob a perspectiva do aprendizado e não da competição”, explicou Patrícia. Em 2012, o Google liderou uma nova pesquisa sobre o tema, conhecida como Projeto Aristóteles, que levou três anos e ajudou a disseminar o conhecimento sobre o assunto.


O preço do silêncio - Patrícia trouxe dados de uma pesquisa do Instituto Gallup que apontou que apenas 3 em cada 10 pessoas concordam com a afirmação “Minha opinião é levada em consideração (na empresa onde trabalho)”. O mesmo estudo mostra que, mudando esse resultado para 6 em 10 pessoas, haveria uma diminuição em 27% do turnover, 12% do aumento de produtividade e 40% de redução em acidentes de trabalho. Ela também trouxe uma pesquisa internacional* que apontou que 72% dos trabalhadores não falam abertamente quando um colega de trabalho não faz a sua parte e que 68% não falam abertamente quando veem alguém sendo desrespeitado. O estudo aponta ainda que há um desperdício de US$ 7,500 por pessoa em tempo e recursos a cada “silêncio corporativo”.


Padrões de sucesso - Segundo a executiva, há cinco padrões existentes em equipes de sucesso, considerando bom desempenho e positividade nas relações:


1. Segurança psicológica: os membros da equipe se sentem seguros em arriscar e serem vulneráveis na frente dos colegas

2. Confiabilidade: os membros da equipe entregam suas tarefas no prazo e atendem aum padrão de excelência esperado

3. Estrutura e clareza: os membros da equipe possuem papeis, planos e metas claros

4. Significado de trabalho: o trabalho é pessoalmente significativo para cada um do grupo

5. Impacto do trabalho: os membros da equipe percebem que seu trabalho importa e gera mudanças.

“O mundo mudou e seguirá mudando. Não há espaço mais para relações autoritárias e unilaterais nas quais os líderes devem ter todas as respostas para tudo e os colaboradores apenas executam. O capitalismo consciente, as demandas urgentes da agenda ESG e a sociedade como um todo exigem novas respostas e as empresas corajosas não só já perceberam isso como estão trilhando esse caminho pautado na segurança psicológica”, avaliou Patrícia. “Somos muito limitados sozinhos, mas temos um enorme potencial quando estamos juntos. E estamos passando por uma redefinição de alta performance: ela não está apenas pautada na entrega de resultados excelentes, mas numa entrega constante e de forma positiva”, finalizou.

*VitalSmarts, L.C. – Crucial Conversations Survey 2019.


Sobre o IISP

O Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP) é uma organização com o propósito de apoiar empresas corajosas a liderar a transformação do jeito de fazer negócios, preparando a liderança para uma gestão mais consciente e humana, por meio da Segurança Psicológica.  


Precursoras deste conceito no Brasil, as psicólogas organizacionais Patrícia Ansarah e Veruska S. Galvão - com mais de 20 anos de experiência como executivas em RH de grandes empresas - criaram o instituto para elucidar e dar visibilidade aos impactos positivos que a Segurança Psicológica proporciona a pessoas e empresas e levar soluções integradas nesta temática para o desenvolvimento de times e organizações. 

Assª. Luciana Santos Tardioli

Por Paulino Andrade/FN

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De olho no mercado islâmico, empresa paranaense celebra certificação Halal de seus produtos termogênicos Mix Brasil Fit pretende levar sua marca para os países asiáticos, europeus e árabes com foco nos muçulmanos. FAMBRAS Halal foi a responsável por todo o processo de certificação para que seja possível a comercialização para este público

 

São Paulo, 29 de novembro de 2023 – No mercado desde 1979, a certificadora FAMBRAS Halal – pioneira no segmento no Brasil e líder na América Latina – foi a responsável pela recente certificação Halal de produtos já consolidados no país fabricados pela Mix Brasil Fit: o Coffee MixBrasil Fit, o Capuccino MixBrasil Fit, além da edição especial com Cardamomo.


A certificação Halal é indispensável para que um produto seja comercializado para o consumidor muçulmano. “Há uma recomendação religiosa, voltada aos que professam o Islam, para que consumam os chamados produtos Halal, ou seja, aqueles que, comprovadamente, seguem rígidos padrões de fabricação que os tornam seguros, incapazes de fazer mal à saúde e ao meio ambiente”, explica o vice-presidente da FAMBRAS Halal, Ali Zoghbi. “E justamente por terem essa característica, atualmente são procurados também por veganos ou por adeptos do consumo consciente. O Halal vem se consolidando como um selo de qualidade”.


Para obter a certificação Halal, a indústria precisa submeter-se a um processo que inclui avaliação documental, seguido por auditorias e ensaios laboratoriais. Há restrições a algumas matérias-primas e práticas prejudiciais ao meio ambiente. A avaliação também considera outras análises como a conduta comercial da indústria, a mão de obra e o processo de fabricação, entre outros.


Conquista abre novos mercados – Com sede em Curitiba, capital do Paraná, a Mix Brasil Fit está no mercado desde 2018 com o propósito de “inspirar modo de vida saudável conectando pessoas a alimentos de verdade, com real poder nutritivo e sem aditivos, produzidos em harmonia com o meio ambiente”.


Com os produtos certificados - o Coffee MixBrasil Fit, o Capuccino MixBrasil Fit, além da edição especial com Cardamomo – pretende conquistar a comunidade muçulmana presente nos países árabes, asiáticos e europeus - nações como os Emirados Árabes Unidos, Malásia, Coreia do Sul e Tailândia, entre muitos outros.


“No Brasil, os produtos já foram vendidos para mais de 100 lojas, em 17 estados. No exterior, as mercadorias estão presentes em Portugal, nos Estados Unidos e Singapura”, diz o diretor da empresa, Ademir Ortiz. “Todo esse caminho percorrido até obtermos a certificação contou com a participação ativa da Indústria Herbaltec, que fabrica os nossos produtos e já possui a certificação Halal, e sobretudo, da FAMBRAS Halal. Ambas não pouparam esforços e boa vontade para que tudo desse certo”.

O Coffee MixBrasil Fit e o Capuccino MixBrasil Fit são bebidas termogênicas, ou seja, potencializam a queima de gordura, fornecem energia rápida para o corpo, uma melhor performance mental e ainda agem contra o envelhecimento e inflamações. São livres de glúten, aditivos, açúcares e lactose, trazendo o café 100% natural e de alta qualidade em uma bebida completa.


Sobre a FAMBRAS Halal


A FAMBRAS Halal, primeira instituição certificadora Halal do Brasil, está em operação desde 1979. É líder de mercado, atua em toda a América Latina, e realiza auditorias, abate, inspeção, supervisão de produtos e implantação do Sistema de Garantia Halal junto a empresas interessadas em comercializar seus produtos especialmente para os países islâmicos.  


Trata-se de um mercado crescente que, com base no Relatório do Estado da Economia Islâmica Global 2022, movimentou, em 2021, cerca de US$ 2 trilhões somente nos segmentos de alimentação, fármacos, cosméticos, moda, entretenimento e turismo – um montante que deve aumentar para US$ 2,8 trilhões em 2025.

Assª. Cristina Thomaz

Por Paulino Andrade/FN

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Segurança nas compras de última hora: Proteja seus dados e evite cair nas armadilhas online 80% das violações de segurança estão em sistemas e plataformas na nuvem, aponta Palo Alto Networks. Compras online são um dos principais alvos de cibercriminosos

O fim do ano traz muitas ofertas e oportunidades de compras para os consumidores no comércio eletrônico, principalmente com a proximidade do Natal, quando diversas empresas oferecem descontos atraentes para garantir a economia dos clientes e alta nas vendas nessas datas. No Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o total de vendas no e-commerce registrado em 2022 foi de R$ 169,6 bilhões, e a previsão é que em 2023 alcance a marca de R$ 185,7 bilhões.


Embora aproveitar os descontos oferecidos pelo e-commerce torne o período de festas mais econômico, é crucial priorizar a segurança e proteger os dados pessoais e bancários durante todo o processo de compras. Isso evita cair em golpes ou ser vítima de roubo, algo que pode acontecer com maior frequência nesta época do ano.


Para manter a segurança dos dados ao efetuar compras pela Internet, os usuários devem ficar atentos às seguintes recomendações:


 


Separar dispositivos pessoais do trabalho

De acordo com os dados mais recentes da Unit 42, unidade de pesquisa e inteligência de ameaças da Palo Alto Networks, os ataques de ransomware têm sido uma preocupação ao redor do mundo. Só no ano passado, o Brasil sofreu 59 ataques deste tipo, um aumento de 51% em relação ao ano anterior, posicionando o país em primeiro lugar no ranking dos mais atacados da América Latina e dentro do top 10 mundial, com mais ataques do que a China (29) e o Japão (32). 


O ransomware continua sendo uma ameaça significativa à segurança. Segundo o Relatório de Ameaças de Superfície de Ataque da Unit 42, 85% das empresas que utilizam o Protocolo de Área de Trabalho (Remote Desktop Protocol - RDP), uma prática de comunicação que permite que um computador acesse e controle remotamente outro computador através da Internet, apresentam altas taxas de vulnerabilidade a ataques de ransomware. Assim, consumidores que trabalham em casa e compram seus dispositivos de trabalho acabam sendo alvos. Os invasores buscam comprometer o dispositivo de trabalho do usuário, acessar a rede corporativa e exigir pagamento de resgate dos arquivos.


Os usuários devem utilizar seus dispositivos de trabalho apenas para esse fim e deixar outros assuntos para seus computadores pessoais. “É muito fácil e comum usar um repositório de senhas ou outro armazenamento de credenciais para armazenar códigos pessoais e corporativos, e o roubo dessas informações pode afetar tanto o trabalhador quanto a empresa”, explica Marcos Oliveira, Country Manager da Palo Alto Networks no Brasil.


O tamanho das exigências e demandas de pagamentos feitas pelos cibercriminosos está aumentando significativamente e nenhuma organização, seja grande ou pequena, está totalmente imune a um ataque.


 


Examinar e-mails cuidadosamente para evitar phishing

O phishing não é um desafio recente. Este ataque, que consiste em enganar os usuários para obter informações confidenciais ou realizarem ações prejudiciais por meio de um link ou arquivo malicioso, é uma das variedades mais simples porém com alto potencial de dano a rede. Dados de uma pesquisa também realizada pela Palo Alto Networks, apontam que até 90% dos kits de phishing utilizam meios para evitar sua detecção na varredura convencional de segurança, neutralizando a defesa. 


Durante a temporada de compras de Natal, esse risco aumenta mais do que o normal com a alta demanda de ofertas por e-mail. Por isso, os consumidores devem estar atentos a uma variedade de golpes, como avisos falsos de entrega, confirmações de pedidos e instituições de caridade, entre outros problemas comuns que podem ser apenas uma isca.


Oliveira reforça que é necessário pensar antes de clicar. “Não abra links de fontes desconhecidas, ou até mesmo quando são enviadas por conhecidos, parentes e amigos sem perguntar antes. Se uma oferta parece boa demais para ser verdade, é porque realmente pode não ser real”, afirma.


 


Verificar se o site está correto

A ciberespeculação ocorre quando os cibercriminosos registram nomes de domínio de websites muito semelhantes com domínios ou marcas existentes, com a intenção de enganar os consumidores e lucrar em cima disso. Essa prática confunde o consumidor mais distraído que acredita estar acessando um site legítimo.


“Muitas pessoas fazem grande parte de suas compras de fim de ano on-line, e os invasores criam domínios de forma ilegal que se assemelham às lojas mais procuradas. Por exemplo, frequentemente descobrimos que Amazon e Mercado Livre estão entre os principais domínios falsificados”, revela o executivo. 


A dica é digitar os domínios corretamente e verificar se o site é realmente confiável antes de efetuar qualquer compra. Além disso, procurar o símbolo do cadeado ou “https” no navegador são algumas das estratégias para identificar sites seguros.


 


Utilizar cartões virtuais evitar ataques form jacking

Os cartões de crédito e débito são um dos métodos de pagamento mais utilizados em compras online, e um dos riscos mais comuns que isso traz é o form jacking, no qual os cibercriminosos injetam código de software malicioso em uma página da web usada pelos consumidores para comprar ou compartilhar informações pessoais. Esse golpe foi desenvolvido para roubar detalhes de cartão de crédito e outras informações pessoais preenchidas em formulários de pagamento capturados nas páginas de “checkout” de sites de compras.


Esses ataques podem ser difíceis de detectar. “A transação será concluída, mas nos bastidores, os invasores estão roubando as informações do cartão de crédito e podem vendê-las na dark web. É importante verificar novamente os extratos do cartão para identificar qualquer atividade suspeita”, alerta Marcos Oliveira.


Para compras pela Internet, é recomendado o uso de cartões virtuais, como muitos bancos já oferecem, ou cartões-presente pré-pagos, já que oferecem mais segurança em relação ao compartilhamento de dados. Isso também garante uma resolução rápida caso um cibercriminoso obtenha as informações do cartão e tente realizar uma compra. Com cartões-presente pré-pagos, em particular, também limita a quantidade de dinheiro que golpistas poderiam ter acesso.

Assª. Tyffane Inoue

Por Paulino Andrade/FN

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Confira 7 ações para evitar que uma empresa entre em recuperação judicial Falta de planejamento e investimentos estão entre as principais causas da falência de empresas

O volume de empresas em situação de recuperação judicial deu um grande salto no terceiro trimestre de 2023. Segundo informações do Serasa Experian, 40% de todos os pedidos registrados ao longo do ano foram realizados entre os meses de julho e setembro, totalizando 3.873. 


São muitas as situações vividas pelos empreendedores que podem levar os negócios à situação falimentar, sendo a recuperação judicial a última e única forma de salvar parte do patrimônio. Entre elas, pode-se citar falta de planejamento estratégico, não investimento em capacitações, ausência de conhecimento específico relativo ao ramo no qual se vai investir, inadimplência, inexistência de investimento em inovação, não acompanhamento do nível de satisfação dos clientes, uso de crédito fácil, pouco controle interno, entre outras circunstâncias.


“Quando alguns desses erros tomam dimensões relevantes e comprometem o futuro do empreendimento, a recuperação judicial surge como alternativa, com indicação de um plano de recobramento e nomeação de um administrador judicial para conduzir e implantar o mesmo. É importante destacar que, nessa situação, o empreendedor terá que se dirigir ao administrador judicial, ou seja, terá seu dia a dia acompanhado”, explica o conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Adriano Marrocos. 


Para evitar chegar ao ponto de uma recuperação judicial, a recomendação é contar com uma assessoria contábil, especialistas em marketing e planejamento e empresas de análise de mercado competentes e especializadas. “O apoio dos profissionais da contabilidade é valioso para o empreendedor, que também deve assumir seu empreendimento com maior engajamento”, comenta Marrocos. “Por meio da assessoria de um contador, é possível obter orientações valiosas quanto à legislação trabalhista, fiscal, previdenciária e social, além de questões contábeis acompanhadas pelo mercado, aliados aos propósitos de governança e sustentabilidade”. 


Algumas ações para evitar a situação falimentar são recomendadas pelo CFC. Confira:


Elaborar, com ações orientadas e supervisionadas, um planejamento estratégico. Esse deve ter início na definição dos objetivos operacionais de longo prazo e das metas para todos os colaboradores; na revisão dos produtos ou serviços (e de seus preços), com análise de rentabilidade e venda; na análise do mercado com foco no cliente; e nos lucros esperados. 

Definir uma quantia para investir em treinamento e participação em eventos. Além de pesquisar as inúmeras ofertas de cursos gratuitos que são de interesse da empresa, deve-se buscar a melhor qualificação tanto para si próprio quanto para a equipe de colaboradores. Em eventos específicos, é possível conhecer concorrentes e fornecedores, saber sobre tendências e ter acesso a novidades e informações ligadas à inovação. 

Criar um processo de acompanhamento e avaliação da satisfação do cliente, transformando as avaliações positivas em estímulos e as negativas em desafios, de modo a envolver ações para alimentar o planejamento estratégico e rever as políticas internas.

Implantar rotinas de acompanhamento das diversas áreas da empresa (ainda que seja uma de pequeno porte), avaliando giro do estoque, cobrança, qualidade de produtos, fornecedores e índices de inadimplência. Em relação a este último item, antes de buscar a captação de recursos financeiros nos bancos, é importante acompanhar a cobrança e desenvolva uma política de renegociação de dívidas.

Adotar controle dos custos e despesas a fim de permitir a definição exata dos preços, fazendo comparações com a concorrência.

Criar ações (ou campanhas) de marketing, além das propagandas, em grupos de networking e redes sociais, buscando o público-alvo definido no planejamento estratégico. 

Investir em controles internos que evitem erros e minimizem riscos de fraudes.

Assª. Carol Veiga

Por Paulino Andrade/FN

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Incentivo da Sudene vai levar saneamento para 4,8 milhões de pessoas em Pernambuco A BRK Ambiental, empresa que atua em uma parceria público-privada com a Compesa fará um investimento de R$ 1,6 bilhão a partir da concessão do benefício pela Autarquia.



 Jaboatão dos Guararapes (PE) – Um dos objetivos do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste, concebido pela Sudene, é a universalização do acesso ao saneamento básico. Em Pernambuco, a Autarquia deu um passo significativo para atingir esta meta. A Diretoria Colegiada da Superintendência aprovou a concessão de incentivos fiscais ao projeto da BRK Ambiental, empresa que atua neste segmento através de uma parceria público-privada com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A medida contribuiu para viabilizar um investimento de R$ 1,6 bilhão feito pela empresa privada no empreendimento. O projeto prevê, até 2037, levar esgotamento sanitário a 4,8 milhões de pessoas de 14 cidades da Região Metropolitana do Recife, além do município de Goiana.


Durante visita realizada nesta quarta-feira (29) à estação de tratamento de efluentes Prazeres, que beneficia 90 mil pessoas no município de Jaboatão dos Guararapes e entorno, o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, reforçou o compromisso da Autarquia com iniciativas que dialoguem com a agenda da sustentabilidade. “Essa é uma ação prevista em nosso plano regional. É uma responsabilidade nossa fazer com que o Nordeste avance no acesso ao tratamento de esgoto. Temos parcerias não apenas em Pernambuco, mas na Bahia e Alagoas. Nós queremos atuar em todo o Nordeste para garantir cidadania a todos”, comentou o gestor.


De acordo com o diretor de contrato da BRK, Sérgio Trentini, no início das atividades da parceria público-privada, em 2013, apenas 27% da população da Região Metropolitana do Recife tinha acesso a tratamento de esgoto. Em 2023, o índice subiu para 42%. Ainda segundo o representante da empresa, entre 2024 e 2028, a previsão é de realizar investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões, alcançando a meta de 55% da cobertura do saneamento básico da área atendida.


A PPP do saneamento também conta com a participação de outro instrumento da Sudene. A primeira fase de implantação do projeto, iniciada em 2014, contou com R$ 415,5 milhões financiados com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). Para Sérgio Trentini, contar com os instrumentos da superintendência foram vitais para a viabilidade de todo o empreendimento. “São de suma importância. Sem o financiamento e o incentivo, não conseguiríamos realizar o volume de obras. Estamos falando de um investimento nos próximos cinco anos acima de R$ 2 bilhões. Em 2024, esperamos investir mais de R$ 300 milhões na região metropolitana”, destacou.


A empresa gera, atualmente, 800 empregos diretos e outros 1600 postos de trabalho indiretos. Os números devem atingir entre 5 mil e 6 mil oportunidades no total até 2026.


Apoio ao setor produtivo


A Sudene tem três instrumentos de atração de investimentos para sua área de atuação, que compreende os nove estados do Nordeste, além do norte de Minas Gerais e Espírito Santo: o FDNE, o FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) e os incentivos fiscais. O FDNE é uma linha de financiamento com taxas de juros a partir de 8% ao ano e prazos de financiamento de até 20 anos, dependendo da localização e do setor da economia ao qual o empreendimento pertence. Para projetos localizados no semiárido, há condições mais atrativas. A carência é de até um ano.


Já o FNE, operado pelo Banco do Nordeste, pode ser considerado como um dos principais instrumentos de financiamento para o desenvolvimento da região, mediante a execução de programas de financiamento aos setores produtivos. Para 2024, estão estimados R$ 37,8 bilhões.


Outro instrumento da carteira de opções da Sudene para atração de investimentos é o incentivo fiscal. Os empreendedores com projetos instalados na área da autarquia podem ter a redução de 75% do imposto de renda pessoa jurídica (IRPJ) para projetos de implantação, modernização, ampliação ou diversificação de linhas de produto. Outras modalidades estão disponíveis no site da Sudene. No último dia 22, a Câmara ampliou para 2028 a validade dos incentivos fiscais oferecidos pela Sudene. A medida segue para sanção presidencial.

Assª. SUDENE

Por Paulino Andrade/FN

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Com apoio de R$ 47,3 mi, BNDES e Petrobras anunciam projetos para recuperar manguezais e restingas

Está prevista a recuperação de 1.757 hectares de vegetação, o equivalente a cerca de 2,2 mil campos de futebol

Oito projetos vencedores cobrem três macrorregiões (Costa Norte, Nordeste/Espírito Santo e Sul/Sudeste) e serão alinhados a diretrizes do ICMBio

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobras divulgaram, nesta terça-feira, 28, os oito vencedores do edital Manguezais do Brasil. Eles irão contar com o montante de R$ 47,3 milhões para ações de recuperação da vegetação nativa em áreas de manguezal e restinga no Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. Para contemplar todos os vencedores, as duas instituições aumentaram em R$ 2,9 milhões os R$ 44,4 milhões inicialmente planejados.


A chamada pública foi a primeira seleção da iniciativa Floresta Viva, destinada a implementar projetos de restauração ecológica com espécies nativas e sistemas agroflorestais nos biomas brasileiros. A comissão de seleção, formada por 17 membros do BNDES, Petrobras, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), avaliou o total de 30 propostas.


Os projetos selecionados cobrem três macrorregiões (Costa Norte, Nordeste/Espírito Santo e Sul/Sudeste) definidas no Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal, elaborado pelo ICMBio.


O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defendeu a importância da restauração destas áreas. “Os manguezais e as restingas são ecossistemas costeiros de grande importância ecológica, social e econômica. Devido à sua localização na costa litorânea, sofrem ameaças decorrentes da expansão urbana e de atividades humanas. Com este apoio a projetos de recuperação, vamos contribuir para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos, a remoção de dióxido de carbono da atmosfera e a geração de emprego e renda nas comunidades impactadas”.


O presidente da Petrobras, Jean-Paul Prates, destaca a relevância da iniciativa para a atuação da empresa na área socioambiental. "A Petrobras está comprometida com a transição energética justa e apoia iniciativas socioambientais voltadas para a conservação de ecossistemas costeiros e marinhos, tão importantes para nossa atuação. O manguezal, ecossistema do bioma Mata Atlântica que será restaurado por esses projetos, é um importante aliado na mitigação das mudanças climáticas. Através dessa parceria com o BNDES, reforçamos nossa contribuição para transformar nossos resultados em retorno para a sociedade e o meio ambiente", afirma.


Os projetos foram propostos por instituições sem fins lucrativos, o que inclui associações civis, fundações privadas e cooperativas. A gestão operacional e a condução da execução das iniciativas ficarão a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), parceiro gestor do Floresta Viva.


"O apoio à restauração de manguezais tem um grande impacto positivo ambiental, econômico e social e constitui um importante aliado ao enfrentamento às mudanças climáticas. Participar do Floresta Viva, implantar as ações do Edital Manguezais do Brasil significa para o Funbio o alcance de nossa missão de aportar recursos estratégicos para a conservação da biodiversidade", diz Rosa Lemos de Sá, Secretária-geral do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).


Floresta Viva – Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), a iniciativa Floresta Viva contribui para as metas globais de combate e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas ao apoiar projetos de restauração ecológica e preservação da biodiversidade em diferentes biomas. Com isso, o BNDES estima atingir R$ 1 bilhão em investimentos para restaurar entre 32 mil e 66 mil hectares e retirar até 18 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera. Além do Edital Manguezais do Brasil, já foram lançados outros dois Editais de apoio a projetos de restauração: Edital Amazonas e Bacia do Rio Xingu. Maiores informações podem ser obtidas na seguinte página: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/desenvolvimento-sustentavel/parcerias/floresta-viva

Vencedores – Veja cada uma das instituições com projetos selecionados no Edital Manguezais do Brasil:


Proposta

Valor

Hectares

Estado

Área de atuação

FEST – Fundação Espírito-Santense de Tecnologia

R$ 7.154.1950,28

200

ES

Estuarino dos rios Piraquê-Açu e Mirim (Aracruz/ES)

SPVS – Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental

R$ 5.725.560,28

316

SP / PR

Mosaico Lagamar – Guaraqueçaba (SP/PR)

SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

R$ 5.487.523,03

220

RJ

Baía de Sepetiba e Rebio Guaratiba (RJ)

Fundação Vovó do Mangue

R$ 5.378.487,30

200

BA

Resex Baía de Iguape, Foz do Rio Jaguaripe (BA)

Instituto Terra de Preservação Ambiental

R$ 5.740.855,00

201

RJ

Fundo da Baía de Guanabara (RJ)

SOS Sertão – Organização Sertaneja dos Amigos da Natureza

R$ 4.493.915,00

220

PB

APA Barra do Mamanguape (PB)

Fundação Sousândrade de Apoio à UFMA

R$ 4.781.712,00

200

PA / MA

Cinturão Pará-Maranhão (PA/MA)

Instituto Coral Vivo

R$ 8.552.974,69

200

BA

Resex Cassurubá e Resex Corumbau (BA)

Saiba mais sobre os projetos vencedores:

Projeto Manutenção do Estoque Natural – Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST): A iniciativa prevê a restauração de manguezais na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Municipal Piraquê-Açú e Mirim, no município de Aracruz (ES). Outras ações esperadas são a capacitação de comunidade tradicional na execução de projetos de restauração em áreas de manguezal, a comunicação social do projeto nas escolas municipais, a divulgação científica local com painéis informativos sobre o projeto, o treinamento da comunidade tradicional para o uso do manguezal como fonte alternativa de renda, entre outras.

Projeto Entre Mangues e Caranguejos - Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS): O projeto envolve a restauração de área correspondente a antigas pastagens de búfalos na Reserva Natural Papagaio-de-cara-roxa (RNPCR), localizada no município de Guaraqueçaba (PR). Também será realizado o monitoramento de fauna a partir da avaliação dos estoques de caranguejo-uçá.

Projeto Regenera Guara - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai): O projeto será implementado em área cedida pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEX), com apoio do Inea, para restauração de manguezais em Guaratiba, no Rio de Janeiro.

Projeto CO2 Manguezal - Fundação Vovó do Mangue: Prevê a restauração de manguezais, restingas e florestas na área da Área de Proteção Ambiental Baía de Todos os Santos e da Reserva Extrativista Marinha Baía do Iguape, na Bahia.

Projeto Verde é Vida: Manguezais da Baía de Guanabara - Instituto Terra de Preservação Ambiental: O projeto prevê a restauração de manguezais em duas unidades de conservação (Área de Proteção Guapimirim e da Estação Ecológica Guanabara), no Rio de Janeiro.

Projeto Replanta Mangue - PB - SOS SERTÃO - Organização Sertaneja dos Amigos da Natureza: Serão restaurados manguezais, apicuns e restingas em duas unidades de conservação sobrepostas (Área de Proteção Ambiental da Barra do Rio Mamanguape e Área de Relevante Interesse Ecológico Manguezais da Foz do Rio Mamanguape) e uma Terra Indígena (TI Potiguara).

Projeto Re-MARE - Fundação Sousândrade de Apoio à UFMA: Prevê a restauração de manguezais e restingas em áreas da Área de Proteção Ambiental Upaon-Açú/Miritiba/Alto Preguiças. O projeto propõe o monitoramento da fauna associada aos ecossistemas a serem restaurados.

Projeto Junta Verde - Instituto Coral Vivo: A iniciativa irá restaurar restingas e manguezais na Reserva Extrativista de Cassurubá, na Bahia. Outras ações preveem o fortalecimento da cadeia produtiva da restauração por meio da capacitação profissional de mão-de-obra e da construção de três viveiros.

Novo edital – O BNDES e a Petrobras também estão elaborando uma nova chamada pública no âmbito da iniciativa Floresta Viva, com o objetivo de recuperar corredores de biodiversidade, locais que fazem a ligação entre fragmentos de remanescentes de vegetação nativas, permitindo o deslocamento de animais entre as áreas e a dispersão de espécies vegetais, além de impedirem que unidades de conservação se transformem em ilhas.


Esse novo edital buscará selecionar até 9 projetos, com pelo menos 200 hectares cada um, focando em 10 corredores em áreas de Cerrado e Pantanal, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, incluindo a região da Bacia do Alto Paraguai.

Assª. BNDS

Por Paulino Andrade/FN

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