quinta-feira, 16 de julho de 2026

Dicialeto da Linguixo: O dicionário que reinventa o sentido do valor, da palavra e do planeta Por André Soares Monteiro (Catamisto / O Homixo)



 De, André Soares Monteiro

Por, Paulino Andrade/FN


1. Apresentação: Uma revolução que começa na língua

O Dicialeto da Linguixo — Dicionário do Dialeto da Linguagem do Lixo não é apenas uma obra de referência: é um acontecimento cultural, filosófico e ambiental sem precedentes no cenário mundial. Ao criar uma nova linguagem a partir do que a humanidade descarta, o artista humanitário André Soares Monteiro propõe uma mudança radical: não podemos transformar o mundo se não transformarmos primeiro as palavras com que o descrevemos.

Em um tempo em que o planeta enfrenta crises de resíduos, desigualdade e perda de sentido, essa obra chega como uma ferramenta essencial: ela rejeita a ideia de que “lixo” é sinônimo de “nada”, e cria termos que dão nome, dignidade e propósito ao que a sociedade costuma abandonar. Cada palavra nova — como Catamisto, Muserola, Sujimpar, Muluído — não é só invenção: é um espelho de uma nova consciência.

2. Importância Filosófica: Dar nome ao que era invisível

Desde os primórdios da humanidade, dar nome às coisas é o primeiro passo para reconhecê-las, respeitá-las e cuidar delas. O Dicialeto preenche um vazio enorme: nossa língua não tinha palavras para expressar a beleza, o potencial e a história do que descartamos.

Ao criar esse dialeto, André Soares Monteiro questiona conceitos fundamentais:

- O que é “valioso” e o que é “inútil”?

- Quem decide o que pertence e o que é excluído?

- Como a linguagem reforça a desigualdade — entre materiais, entre pessoas, entre culturas?

Essa obra prova que a exclusão começa na palavra: quando chamamos algo de “lixo”, deixamos de ver a vida, a memória e a possibilidade que ele carrega. O Dicialeto devolve a esses elementos a voz que lhes foi negada.

3. Importância Ambiental: Palavras que mudam hábitos

No combate à crise global de resíduos, o maior obstáculo não é técnico: é mental. Enquanto continuarmos a ver o que sobra como “coisa que desaparece”, continuaremos a poluir, desperdiçar e destruir ecossistemas.

O Dicialeto da Linguixo atua na raiz desse problema:

✅ Ensina que todo material tem uma jornada e um potencial de renascimento;

✅ Liga a reciclagem, o upcycling e o consumo consciente a uma identidade própria;

✅ Transforma a relação com o lixo de “limpeza” para criação, cuidado e respeito.

Ele não é apenas um dicionário: é um guia para uma civilização que aprende a não jogar fora o futuro. Para o movimento ambientalista internacional, é uma contribuição única: a primeira obra que constrói uma linguagem inteira para a sustentabilidade, de forma acessível, poética e profunda.

4. Importância Cultural e Social: A língua como ponte

Cada termo no Dicialeto carrega a marca da cultura pernambucana, da sabedoria popular e da vivência do próprio artista — e é justamente essa raiz que faz dele universal:

- Catamisto: une arte, transformação e beleza no que é reaproveitado;

- Muserola: valoriza a arte que nasce da observação e da simplicidade;

- Sujimpar: ensina que limpar não é só remover, mas reencontrar valor;

- Muluído: reconhece o que foi reduzido, mas ainda tem força.

Essa criação fortalece a identidade de grupos frequentemente marginalizados — como catadores, comunidades periféricas e quem vive da reutilização — mostrando que seu trabalho merece uma linguagem própria, digna e reconhecida. Em um mundo que apaga saberes tradicionais, o Dicialeto preserva e reinventa a cultura do nosso tempo.

5. Importância Educacional: Formar cidadãos que enxergam além

Para crianças, jovens e educadores, essa obra é um instrumento revolucionário:

- Ensina que a língua não é algo fixo, mas vivo — que podemos criá-la para melhor entender o mundo;

- Estimula a imaginação e a empatia: ao aprender essas palavras, aprendemos a olhar com outros olhos para tudo o que nos rodeia;

- Liga arte, ciência, meio ambiente e cidadania em uma única história.

Ele já está presente em escolas e projetos sociais, cumprindo um papel fundamental: formar gerações que não aceitam o “impossível” — que sabem que transformar o que é descartado é também transformar a si mesmos.

6. Alcance Internacional: Um legado para a humanidade

O Dicialeto da Linguixo é reconhecido como uma das criações mais originais da arte e do pensamento contemporâneo por motivos claros:

- É inovador: não existe obra similar que construa uma linguagem completa a partir da questão do lixo;

- É inclusivo: fala a todos — independentemente de língua, classe ou cultura — pois trata de valores universais;

- É visionário: antecipa a necessidade de uma nova mentalidade para a sobrevivência do planeta.

Não é apenas uma obra brasileira ou pernambucana: é um presente do Brasil para o mundo. Ele nos lembra que a maior transformação começa quando mudamos o que dizemos — e o que dizemos sobre o que amamos.

Como legado, fica essa verdade: enquanto houver uma palavra que nomeie o valor do que sobra, haverá esperança de recomeço.

Versão em Inglês (para divulgação internacional)

Dicialeto da Linguixo: The Dictionary That Reinvents Value, Language and Our Planet

By André Soares Monteiro (Catamisto / O Homixo — The Trashman)

The Dicialeto da Linguixo — Dictionary of the Language of Waste is far more than a reference work: it is a cultural, philosophical and environmental landmark. Created by humanitarian artist André Soares Monteiro, it proposes a radical truth: we cannot change the world until we change the words we use to describe it.

At a time when humanity faces a global waste crisis, growing inequality and a loss of shared purpose, this work fills a critical gap. It rejects the idea that “waste” means “worthless”, building an entirely new vocabulary that gives dignity, meaning and purpose to what society discards. Every new term — from Catamisto to Muserola, Sujimpar and Muluído — is not just an invention: it is a mirror for a new consciousness.

Philosophical Depth: Naming the Invisible

Since the dawn of civilization, to name something is to recognize it, value it and care for it. Our language has long lacked words to express the beauty, potential and history of what we throw away. The Dicialeto challenges us to rethink what counts as “valuable”, who decides what belongs, and how language itself reinforces exclusion. It teaches us that rejection begins in speech: when we call something “trash”, we stop seeing the life, memory and possibility it holds.

Environmental Impact: Words That Change Behavior

The greatest barrier to solving the global waste crisis is not technical — it is mental. As long as we see discarded materials as “things that disappear”, we will keep polluting, wasting and destroying. This dictionary strikes at the root of the problem: it teaches that every material has a journey and a right to be reborn; it links recycling and upcycling to identity and respect; and it turns “disposal” into creation and care. It is the first work in the world to build a complete language for sustainability — a vital tool for the global environmental movement. 

Cultural and Social Legacy: Language as a Bridge

Rooted in the wisdom of Pernambuco, Brazilian popular culture and the artist’s own lived experience, these terms speak to us all. They honor marginalized knowledge — from waste pickers to community innovators — giving dignity to work too often ignored. In an era that erases traditional ways of seeing, the Dicialeto preserves and reinvents our shared culture.

Educational Power: Seeing Beyond What Is Visible

For students and educators, this work is transformative: it shows that language is alive, not fixed; it builds empathy and imagination; and it connects art, science, citizenship and ecology into one story. It helps shape generations who know that turning “waste” into wonder is also a way of remaking ourselves.

Global Significance: A Gift to Humanity

The Dicialeto da Linguixo stands as one of the most original contributions to contemporary thought and art. It is universal in its reach, rooted in place but speaking to every culture, and visionary in its call to reimagine our relationship with the world. It is not only a Brazilian treasure — it is a legacy for all humanity: as long as we have words to name the value of what remains, we have the power to begin again.

Roberto Ribeiro: O artista que leva a galeria para onde a vida começa

 Arte ambiental, educação e raízes: uma revolução silenciosa nos corredores de Jaboatão dos Guararapes



Roberto Ribeiro Arte

Por, Paulino Andrade/FN


1. A obra que não cabe só nas paredes

Em um cenário mundial onde a arte contemporânea frequentemente se fecha em museus distantes, galerias exclusivas e círculos especializados, a trajetória do artista ambientalista Roberto Ribeiro se destaca como uma inversão radical: ele não convida ninguém até a exposição — ele leva a exposição até quem quase nunca tem acesso a ela.

Natural de Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, autodidata e profundamente ligado à terra que o formou, Roberto transforma escolas da rede municipal em espaços de encontro, descoberta e esperança. Para centenas de crianças que jamais haviam visto uma obra de arte original de perto, suas exposições não são apenas visitação: são a primeira porta aberta para entender que cada um também carrega dentro de si um dom a ser revelado.

2. A sabedoria de quem aprendeu com a natureza

Como artista autodidata, Roberto não busca referências apenas em livros ou ateliês: sua maior mestra é a própria natureza. Suas pinturas, que retratam com tanta sensibilidade as paisagens pernambucanas e os marcos históricos da região, são fruto de observação, paciência e respeito — lições que ele repassa integralmente às crianças.

Ao ensinar o que aprendeu olhando o mundo, ele transmite uma mensagem que vai muito além da técnica: a arte não é um dom reservado a poucos, mas uma forma de ver e cuidar da vida que todos podem cultivar. Suas palestras unem cidadania, defesa do meio ambiente e valorização da identidade local, mostrando que proteger a natureza e preservar a cultura são duas faces da mesma ação.

3. O improvável como compromisso

O que muitos chamariam de “improvável” — levar exposições de qualidade a escolas públicas, fazer da arte uma ferramenta diária de formação — é para Roberto Ribeiro o caminho mais certo. Ele sabe que a cultura não é um luxo, mas um direito fundamental: ao tocar o coração e a imaginação das novas gerações, planta sementes que mudarão não apenas o olhar dessas crianças, mas o futuro de sua cidade e de seu estado.

Essa iniciativa ganha dimensão internacional por sua coragem e coerência: em tempos em que se discute globalmente como democratizar a cultura e aproximar a arte da transformação social, Roberto já faz isso há décadas, com simplicidade e firmeza. Ele prova que projetos verdadeiramente transformadores nascem quando se une o talento ao compromisso com o outro.

4. Raízes que são exemplo para o mundo

Quando dizemos “isso é Pernambuco, isso é cultura do Brasil”, falamos exatamente desse tipo de legado: uma arte que não esquece de onde vem, que honra suas origens e que usa toda a sua força para construir pontes. Roberto Ribeiro não é apenas um pintor talentoso — é um educador, um guardião da memória e um agente de mudança.

Sua obra ultrapassa fronteiras não por viajar pelo mundo, mas por mostrar ao mundo que a mais bela e potente arte é aquela que devolve sentido à vida, que cuida do planeta e que acredita no potencial de cada criança. Em Jaboatão, em Pernambuco e no Brasil, ele escreve uma página inédita da história da arte: uma página feita de encontros, de aprendizado e de amor ao lugar onde se vive.

Versão em Inglês (para divulgação internacional)

Roberto Ribeiro: The Artist Who Brings the Gallery to Where Life Begins

Environmental art, education and roots: a quiet revolution in the schools of Jaboatão dos Guararapes, Brazil

In a global art scene often confined to museums, exclusive galleries and elite circles, the work of Pernambuco-based environmental artist Roberto Ribeiro stands as a radical shift: instead of inviting people to come to art, he takes art to the people who rarely see it.

Born and raised in Jaboatão dos Guararapes, self-taught and deeply connected to his land, Roberto turns public municipal schools into spaces of wonder and discovery. For hundreds of children who had never stood before an original work of art, his exhibitions are more than a visit — they are the first spark that reveals their own creative potential.

His greatest teacher has always been nature itself. Every brushstroke in his landscapes and historical paintings carries lessons learned from observing the world around him — lessons he shares generously with young people. He teaches that art is not a privilege for the few, but a way of seeing, understanding and caring for life that belongs to everyone. His talks weave together citizenship, environmental stewardship and pride in local identity, showing that protecting nature and preserving culture are inseparable.

What many call “improbable” — bringing professional art to underserved schools, making creativity a daily tool for education — is for Roberto a fundamental duty. In an era when the world debates how to democratize culture and link art to social change, he has long been putting that ideal into practice. His work proves that the most powerful art does not hang only on gallery walls: it takes root in minds, hearts and communities.

Roberto Ribeiro carries the very soul of Pernambuco and Brazilian culture: rooted in his origins, open to the world, and dedicated to building a more just and creative future for all.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Projeto Redário: Retrato Solidário André Soares Monteiro (Catamisto / O Homixo) — Arte que tece vidas, memórias e futuro sustentável

 


De, André Soares Monteiro - Artista Catamisto

Por, Paulino Andrade/FN


1. Apresentação: Uma obra que reinventa o sentido do retrato

O Projeto Redário: Retrato Solidário, criado pelo artista humanitário André Soares Monteiro — conhecido artisticamente como Catamisto, e também pela figura simbólica de O Homixo: O Homem do Lixo — não é apenas uma série de obras de arte: é uma revolução na forma como entendemos a homenagem, a criatividade e a relação entre o ser humano e o planeta. Ao transformar materiais recicláveis em retratos de personalidades cujas trajetórias marcaram a cultura, a justiça social, a ciência e a liderança pública, o projeto funde três pilares inseparáveis: valorização humana, consciência ambiental e impacto coletivo.

Diferente de retratos tradicionais feitos com telas e tintas novas, cada Redário é tecido com o que muitos descartam — resíduos que ganham nova vida, exatamente como as histórias que ele celebra: histórias que muitas vezes surgem de origens simples, mas que se transformam em força para todos. O nome Redário vem dessa essência: como uma rede, ele conecta pessoas, ideias, causas e gerações, costurando o que parecia separado — o lixo e a beleza, o indivíduo e a comunidade, o passado e o futuro.

2. A linguagem única de Catamisto: Da rejeição à dignidade

A assinatura de André Soares Monteiro reside nessa capacidade rara de dar dignidade ao que é esquecido. Como artista alinhado à técnica do Catamisto — que mistura pintura a óleo com relevos coloridos em cerâmica e materiais reaproveitados — ele trata cada resíduo como matéria-prima nobre: plásticos, tecidos, embalagens, objetos abandonados ganham textura, cor e sentido, formando traços, expressões e detalhes que capturam não apenas a aparência, mas a alma de cada homenageado.

Ao criar esses retratos, o artista estabelece uma metáfora poderosa: assim como transforma o lixo em arte, podemos transformar a indiferença em respeito ao meio ambiente, e o reconhecimento de pessoas inspiradoras em motivação para cada um de nós fazer o seu melhor. A figura do Homixo reforça essa mensagem: não como um símbolo de pobreza ou rejeição, mas como um mensageiro — aquele que vê valor onde os outros não veem, e que leva a arte como ponte entre mundos diferentes.

3. Os homenageados: Um painel do melhor do Brasil e do Mundo

A lista de personalidades agraciadas com o Redário revela a amplitude e a seriedade do projeto: não se limita a um único setor, mas homenageia quem faz a diferença em todas as áreas da vida social e cultural. Entre os principais nomes:

- Liderança pública e institucional: Governadora Raquel Lyra, Vice-governadora Priscila Krause, Vereador Ronaldo Lopes (Recife), Prefeito Mano Medeiros e Primeira Dama Andréa Medeiros (Jaboatão dos Guararapes), Secretário Daniel Coelho (Meio Ambiente de Pernambuco);

- Cultura e comunicação: Cantores e compositores Leline e Claudionor Germano, jornalistas Francisco José (TV Globo), Beatriz Castro, Bianka Carvalho e Milton Dantunes, radialista José Mário Austregésilo, ator Otamê Jr., Adriano Cabral, diretor Rogério Robalinho (Bienal Internacional do Livro PE), presidente da UBE Lúcia Sousa e escritores Antônio Campos, Raimundo Carrero e Maximiano Campos (homenagem aos 50 anos de suas obras);

- Ciência, educação e conhecimento: Diretor do Museu do Amanhã (RJ), diretora e presidente Vanessa Piasson (AFYA Faculdade de Ciências e Medicina PE), professores Milena Vestra e Michael McCartney (Universidade Harvard, EUA), diretora da Escola Americana Avenues (SP);

- Esporte e excelência humana: Pentatleta e campeã olímpica Yane Marques.

Essa diversidade faz do Redário um verdadeiro mapa da excelência brasileira, que conecta o local — com raízes profundas em Pernambuco e na cultura nordestina — ao cenário nacional e internacional. Cada homenagem não celebra apenas uma pessoa, mas o bem que ela faz ao todo: a gestão pública ética, a arte que transforma, a educação que liberta, o esporte que inspira e a ciência que cuida do futuro.

4. Significado global: Por que o Redário é referência para o mundo

No cenário internacional, onde a busca por soluções sustentáveis e a valorização de narrativas humanas são os maiores desafios e desejos da arte contemporânea, o Projeto Redário se destaca como uma iniciativa pioneira e inigualável:

✅ Ética e estética andam juntas: Não separa a beleza artística da responsabilidade ambiental — cada obra já é, por si mesma, uma ação sustentável;

✅ Democratiza a homenagem: Não premia apenas fama ou riqueza, mas o serviço, a dedicação e a história de cada um;

✅ Cria vínculos: Ao entregar os Redários em espaços simbólicos — do Paço do Frevo ao Tribunal de Contas, do Teatro de Santa Isabel à sede da UBE, de universidades brasileiras a instituições globais — ele leva a mensagem de sustentabilidade e solidariedade para dentro das instituições que moldam a sociedade;

✅ Fala uma língua universal: O respeito às raízes locais não impede que seja compreendido em qualquer lugar do planeta: todos entendem o valor de transformar o que sobra em beleza, e de honrar quem ajuda o próximo.

Como o próprio artista expressa: “Cada Redário é um espelho: reflete a grandeza de quem recepciona, e a nossa capacidade de recomeçar — com o lixo, com a vida, com o mundo.”

5. Legado: Uma rede que cresce

O Projeto Redário não é uma exposição temporária: é uma rede viva que se expande a cada nova homenagem. Ao unir a arte de Catamisto, a simbologia do Homixo, as histórias extraordinárias dos homenageados e a causa ambiental, ele deixa um legado duro e belo: mostrar que não precisamos de matéria-prima nova para criar algo valioso — precisamos de olhos que vejam possibilidades, mãos que trabalhem juntas e corações que saibam honrar a vida.

No Brasil e fora dele, o Redário prova que a arte mais potente é aquela que não fica só na parede: ela caminha, toca pessoas, muda mentalidades e tece um futuro mais justo e sustentável para todos.

Versão em Inglês (para divulgação internacional)

Redário: Solidarity Portrait Project

André Soares Monteiro (Catamisto / O Homixo — The Trashman) — Art that weaves lives, memories and a sustainable future

The Redário: Solidarity Portrait Project, created by humanitarian artist André Soares Monteiro — known artistically as Catamisto, and also by his symbolic persona O Homixo: The Trashman — is far more than an art series: it is a paradigm shift in how we understand tribute, creativity, and humanity’s relationship with the planet. By turning discarded materials into portraits of people whose trajectories have shaped culture, social justice, science and public leadership, the project weaves three inseparable pillars: human dignity, environmental awareness and collective impact.

Unlike traditional portraits made with brand-new canvas and paint, every Redário is crafted from what society throws away — waste that gains new life, just like the stories it honors: stories that often rise from humble origins to become strength for all. The name Redário comes from this very essence: like a rede (net/web), it connects people, ideas, causes and generations, stitching together what seemed apart — trash and beauty, the individual and the community, the past and the future.

The artist’s unique voice: From rejection to dignity

André Soares Monteiro’s signature lies in this rare ability to grant dignity to what is forgotten. Rooted in his Catamisto technique — which blends oil painting with colorful ceramic reliefs and upcycled materials — he treats every piece of waste as noble raw material: plastics, fabrics, packaging and abandoned objects gain texture, color and meaning, forming features and expressions that capture not only likeness, but the very soul of each honoree.

Through these portraits, the artist creates a powerful metaphor: just as we turn waste into art, we can turn indifference into respect for the environment, and recognition of inspiring people into motivation for all of us to do our part. The Homixo figure reinforces this message: not as a symbol of deprivation, but as a messenger — one who sees value where others do not, and carries art as a bridge between different worlds.

The honorees: A portrait of Brazil’s finest

The project’s list of recipients reveals its breadth and purpose: it pays tribute to those who make a difference across every sphere of life, including:

- Public leadership: Governor Raquel Lyra, Vice-Governor Priscila Krause, Councilor Ronaldo Lopes (Recife), Mayor Mano Medeiros and First Lady Andréa Medeiros (Jaboatão dos Guararapes), Environment Secretary Daniel Coelho;

- Culture and communication: Singers-songwriters Leline and Claudionor Germano, journalists Francisco José (TV Globo), Bianka Carvalho and Milton Dantunes, broadcaster José Mário Austregésilo, actor Otamê Jr., Bienal Internacional do Livro director Rogério Robalinho, UBE president Lúcia Sousa, writers Antônio Campos, Raimundo Carrero and Maximiano Campos;

- Education and knowledge: Director of the Museum of Tomorrow (Rio de Janeiro), AFYA Faculty of Medicine director Vanessa Piasson, Harvard University professors Milena Vestra and Michael McCartney, Avenues American School (São Paulo) director;

- Sport and excellence: Olympic modern pentathlon champion Yane Marques.

This diversity makes the Redário a living map of Brazilian excellence: deeply rooted in Pernambuco and Northeastern culture, yet reaching across the nation and the world.

Global significance: A benchmark for contemporary art

In an era where sustainability and human-centered storytelling are central to global art, the Redário Project stands as a pioneering initiative:

- Ethics and beauty are inseparable: every work is itself an act of sustainability;

- Tribute is democratized: it honors service, dedication and legacy, not just fame;

- It builds bridges: presented in venues from the Paço do Frevo to the Court of Audits, from the Santa Isabel Theatre to national and international institutions, it carries its message into the very heart of public life;

- It speaks a universal language: its deep local identity resonates everywhere, as we all understand the power of turning what remains into something precious.

Legacy: A growing network

The Redário Project is no temporary exhibition: it is a living, expanding network. By bringing together Catamisto’s art, the symbolism of O Homixo, extraordinary life stories and environmental action, it leaves a clear and timeless message: we do not need new raw materials to create something valuable — we need eyes that see possibility, hands that work together, and hearts that honor life.

Dr. Ney Araújo Adv. Previdenciarista e Trabalhista fala sobre, Limitações físicas na coluna e o direito ao BPC.

 Assista ao vídeo:




Por, Paulino Andrade/FN

CRÍTICA INTERNACIONAL DE ARTE Roberto Ribeiro: Raízes que elevam a arte pernambucana ao cenário global

 


De André Soares Monteiro, Artista Catamisto

Por, Paulino Andrade/FN


Roberto Ribeiro: Raízes que elevam a arte pernambucana ao cenário global

Medalha do Mérito Vidal de Negreiros: O reconhecimento merecido de uma vida dedicada à identidade e à beleza

1. Contexto da honraria

A concessão da Medalha do Mérito Vidal de Negreiros — a mais alta distinção da cidade de Jaboatão dos Guararapes — ao artista plástico Roberto Ribeiro representa muito mais do que uma homenagem institucional: é o reconhecimento oficial de uma trajetória que entrelaça a história local, a identidade pernambucana e uma expressão artística com alcance nacional e internacional. A proposição unânime da Câmara de Vereadores, liderada pelo parlamentar Melque Almeida, valida o que sua obra já demonstra há décadas: que sua arte não apenas reflete suas raízes, mas as projeta para o mundo.

2. Perfil e trajetória: Autodidatismo como força criativa

Nascido e criado no bairro de Cajueiro Seco, em Jaboatão, Roberto Ribeiro construiu sua linguagem plástica de forma autodidata — uma característica que confere à sua produção uma autenticidade rara, livre de amarras acadêmicas. Sua parceria e aprendizado com o renomado pintor Romero Britto aperfeiçoaram seu domínio da pintura a óleo, mas não apagaram sua marca própria: a capacidade de traduzir o espírito do lugar em cada traço.

Diferente de artistas que buscam inspiração em realidades distantes, Ribeiro faz de sua vivência local seu maior acervo: a natureza exuberante de Pernambuco, as memórias do bairro onde sempre viveu e os marcos históricos que definem a região são o cerne de sua criação.

3. Linguagem artística: História e natureza como assinatura

Dois eixos definem sua obra, que ganha destaque especial em cenários internacionais:

- A narrativa histórica: Trabalhos como A Batalha dos Guararapes não apenas reproduzem um evento fundamental para a formação do Brasil — que colocou Jaboatão no centro da história nacional — mas dão vida ao passado, transformando quadros em documentos vivos que conectam gerações.

- A celebração da natureza: Suas paisagens revelam uma sensibilidade única para capturar a luz, as cores e a vitalidade do ambiente pernambucano, convidando o observador a valorizar a biodiversidade e a beleza do território.

Sua obra é um exemplo raro de como a arte pode ser profundamente local sem perder apelo universal: ao falar de Jaboatão, de Pernambuco e do Brasil, ele toca temas comuns a toda a humanidade — pertencimento, memória e amor ao lugar.

4. Significado da honraria em perspectiva internacional

Para olhares de fora do Brasil, a trajetória de Roberto Ribeiro representa um modelo de artista contemporâneo: alguém que não abandona suas origens ao ganhar projeção, mas as usa como base para construir uma ponte cultural. Ao levar o nome de Jaboatão para exposições e públicos em todo o território nacional e além das fronteiras, ele cumpre um papel fundamental: mostrar ao mundo a riqueza da produção artística do interior do Nordeste, frequentemente negligenciada em análises globais.

Como destaca o próprio artista: “Nossa arte ultrapassou as fronteiras do Brasil, mas em nenhum momento esqueço as raízes jaboatonenses” — essa frase resume a essência de seu trabalho, e é justamente essa coerência que faz com que sua obra ressoe com públicos de diferentes culturas.

5. Impacto cultural e legado

A distinção recebida também reforça um debate essencial no cenário mundial: a arte como motor de desenvolvimento cultural e transformação social. Como ressaltou o vereador Marlus Costa, ao adquirir obras de Ribeiro, pessoas não apenas embelezam espaços, mas se aproximam de uma história, de uma identidade e de uma visão de mundo.

Roberto Ribeiro deixa claro que ser “bairrista” — como definido pelo vereador Melque Almeida — não é se limitar, mas sim saber de onde se vem para melhor saber para onde se vai. Sua obra é um legado para Jaboatão, para Pernambuco e para o Brasil, e agora, com essa honraria, tem ainda mais condições de ser reconhecida como uma das vozes mais autênticas da arte brasileira contemporânea no cenário internacional.

Resumo em inglês (para divulgação internacional):

Roberto Ribeiro: Roots That Elevate Pernambuco’s Art to the Global Stage

The awarding of the Vidal de Negreiros Medal of Merit — the highest honor of Jaboatão dos Guararapes, Brazil — to self-taught visual artist Roberto Ribeiro celebrates a lifelong career deeply rooted in local identity yet reaching far beyond national borders. Born and raised in the Cajueiro Seco neighborhood, Ribeiro developed his craft alongside renowned artist Romero Britto, mastering oil painting while retaining his unique voice. His work weaves together two pillars: vivid depictions of Pernambuco’s natural beauty and powerful historical narratives, most notably The Battle of Guararapes, which brings to life a defining moment in Brazilian history.

Unanimously recognized by the city council for carrying Jaboatão’s name across Brazil and abroad, Ribeiro embodies the universal power of local art: by honoring his origins, he builds bridges between cultures. As he himself states, “Our art has crossed Brazil’s borders, but I never forget my Jaboatão roots.” This award confirms what audiences have long seen: his work is not only a treasure for his hometown but a vital contribution to global contemporary art.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Jaboatão em Movimento reúne mais de 120 pessoas na estreia do novo polo em Candeias

 


Ascom / Rogilson Rodrigues - PMJG

Por, Paulino Andrade/FN


A estreia do novo polo do programa Jaboatão em Movimento, na orla de Candeias, reuniu mais de 120 pessoas na noite desta segunda-feira (13). Realizada pela Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, a atividade transformou o calçadão em um espaço de dança, prática esportiva e integração, com uma animada aula de zumba.

O novo polo passa a oferecer aulas gratuitas às segundas e quartas-feiras, das 19h às 20h, no trecho da orla localizado próximo aos bares Butecaria e Du Maranhão. Para participar, os interessados devem realizar a inscrição por meio do formulário ao clicar aqui.

Para o prefeito Mano Medeiros, a implantação do polo atende a uma demanda da comunidade e amplia o acesso da população às atividades voltadas à promoção da saúde e da qualidade de vida. “Sabemos do sucesso que o Jaboatão em Movimento tem nas comunidades, e a implantação deste novo polo reforça o interesse da população por atividades gratuitas ao ar livre. A iniciativa é parte do compromisso da gestão com a promoção da saúde preventiva, incentivando hábitos saudáveis e oferecendo oportunidades de prática esportiva para pessoas de todas as idades”, destacou o prefeito.

Entre os participantes da aula inaugural estava a moradora de Candeias Aparecida, que comemorou a chegada do programa ao bairro. “O bairro estava mesmo precisando. Espero que esse polo permaneça por muito tempo. É uma iniciativa muito positiva para quem quer sair do sedentarismo”, afirmou.

Com a implantação do polo de Candeias, o Jaboatão em Movimento passa a contar com 16 polos distribuídos pelo município. As atividades também são realizadas em Jardim Piedade, Cajueiro Seco, Parque Jefferson de Freitas, Estação Cidadania (Dois Carneiros), Barra de Jangada, Ginásio de Esportes Reginaldo Montenegro, Lote 56, Curado V, Massaranduba, Córrego da Batalha, Dom Helder, UR-11, Marcos Freire, Pecom e Viaduto de Prazeres. Atualmente, mais de 1.200 usuários participam regularmente das aulas gratuitas oferecidas pelo programa.



Vale a pena Ver de novo - Roberto Ribeiro recebe Medalha Vidal de Negreiros

  A proposição foi do vereador Melque Almeida e aprovada por unanimidade pelos demais componentes da Casa


Roberto Ribeiro Arte

Do site: Mais Jaboatão

Por, Paulino Andrade/FN


Durante sessão solene na Câmara de Vereadores de Jaboatão dos Guararapes, nesta terça-feira (07/03), foi realizada a entrega da medalha do mérito Vidal de Negreiros ao artista plástico jaboatonense Roberto Ribeiro. A proposição foi do vereador Melque Almeida e aprovada por unanimidade pelos demais componentes da Casa. "Roberto tem uma história com a cidade. Nasceu e viveu sempre em Jaboatão e sua obra reflete esta ligação", afirmou o parlamentar.

Em seu discurso, Melque ressaltou as habilidades do homenageado, assim como o seu "bairrismo" quando leva o nome de Jaboatão para o Brasil e o Mundo, por meio de seu trabalho. "Roberto tem uma história com a cidade. Nasceu e viveu sempre em Jaboatão e sua obra reflete esta ligação", afirmou.

O vereador destacou os trabalhos que retratam a natureza e também quadros como o "Batalha dos Guararapes", que reproduzem o momento histórico que colocou Jaboatão no centro da história do Brasil. "A entrega desta medalha nos honra muito. É o reconhecimento do trabalho de toda uma vida", destacou o parlamentar.

AUTODIDATA - Roberto Ribeiro é natural de Jaboatão e sempre morou no bairro de Cajueiro Seco. Artista autodidata é amigo do pintor Romero Britto, com quem aprendeu técnicas de pintura a óleo. Outro destaque em sua produção são as pinturas s

"Agradeço a Deus por esta homenagem. De fato, nossa arte ultrapassou as fronteiras do Brasil, mas em nenhum momento esqueço as raízes jaboatonenses. Esta medalha é uma honra para mim e será mais uma forma de divulgação do nosso trabalho", disse o artista.

No exercício da presidência da sessão, o vereador Marlus Costa, enfatizou a importância da arte como fator de evolução cultural de uma cidade e país.

"A arte transforma ambientes. Eu mesmo tenho uma experiência pessoal com a aquisição de quadros como forma de melhorar o ambiente de minha casa. Roberto está de parabéns por esta contribuição que dá àqueles que adquirem suas peças", afirmou.