sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Divisão das tarefas domésticas ganha protagonismo no Dia dos Pais Mais do que participar dos momentos de lazer, pais assumem papéis ativos na rotina da casa e transformam a relação com os filhos por meio do cuidado diário

 


Ascom ~Victor Moraes - LK

Por, Paulino Andrade/FN


O conceito de pai presente vem passando por uma transformação dentro dos lares brasileiros. Longe de se restringir aos passeios no fim de semana ou às datas comemorativas, a presença paterna ganha contornos concretos na divisão diária de responsabilidades: lavar a louça após o jantar, manter os banheiros limpos, organizar os brinquedos espalhados pela sala e garantir que o ambiente familiar permaneça acolhedor. Neste Dia dos Pais, o debate sobre a paternidade ativa ganha relevância ao mostrar que o cuidado com a casa se tornou uma extensão natural do afeto e da convivência.

Estudos recentes de comportamento apontam que a nova geração de pais busca construir dinâmicas familiares mais equilibradas, onde a gestão do lar deixa de ser atribuída a apenas uma pessoa para se tornar um compromisso coletivo. A mudança reflete um novo arranjo social, no qual homens adultos enxergam a manutenção dos espaços comuns não como uma "ajuda" prestada à companheira, mas como um dever básico de quem habita o mesmo teto e compartilha a vida.

Na casa do analista de sistemas André Santos, de 41 anos, a parceria funciona sem sobressaltos. Casado e pai de dois filhos, Miguel e Sara, de 7 e 3 anos, ele conta que a organização da rotina se consolidou ao longo dos anos e, para ele, dividir as tarefas de casa também é parte indissociável da criação dos pequenos.

"Depois do café com as crianças sou eu quem lava os pratos e organiza a cozinha. Não existe aquela divisão antiga do que é 'coisa de homem' ou 'coisa de mulher'. Quando os meninos brincam na sala, sabe que depois todo mundo junta os brinquedos, mas varrer, por exemplo, eu faço naturalmente. Quero que meu filho cresça vendo isso como o normal de uma casa. Cuidar do lugar onde a gente vive é uma forma direta de demonstrar amor por quem mora com a gente", relata o analista.

A experiência de André reflete o momento de adaptação das próprias marcas aos novos hábitos dos consumidores. Ambientes que exigem limpeza rápida, como a cozinha após um almoço em família ou a área de serviço no meio da semana, exigem produtos funcionais que reduzam o tempo gasto na higienização. Soluções práticas de limpeza entram como aliadas nesse processo, permitindo que a casa continue limpa sem transformar a rotina em um fardo pesado para ninguém.

Para Renata Carvalho, gerente de Marketing, Trade e Inteligência de Mercado do Grupo Raymundo da Fonte, detentor da marca Brilux, essa virada comportamental é perceptível na forma como as pessoas interagem com os produtos de cuidado com o lar.

"Observamos uma mudança clara na rotina das famílias. O consumidor de hoje busca praticidade porque entende que o tempo gasto na limpeza não pode se sobrepor ao tempo de convivência. Quando as tarefas são divididas com equilíbrio, a casa flui melhor. A nossa preocupação ao desenvolver soluções eficientes, como as da linha Brilux, é justamente garantir que essa manutenção seja rápida. Queremos que a limpeza resolva o problema sem burocracia, permitindo que a família aproveite o que realmente importa", pontua Renata.

Especialistas em dinâmicas familiares reforçam que o compartilhamento de obrigações reduz o desgaste mental no ambiente doméstico. Além disso, também cria memórias afetivas positivas nos filhos, que passam a enxergar a cooperação como um valor fundamental desde a infância.

Em datas como o Dia dos Pais, repensar esses papéis ganha ainda mais sentido. Celebrar a data passa a ser também um reconhecimento aos homens que constroem a paternidade na prática diária, como um café da manhã preparado a quatro mãos, uma louça lavada rapidamente antes de ir para o trabalho e o tempo livre conquistado para brincar no chão da sala.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Morre pai do cantor, Frank Aguiar - Francisco Hilário de Aguiar, conhecido carinhosamente como "Chico Dasdores", pai do cantor Frank Aguiar, faleceu nesta quinta-feira, 6 de agosto de 2026, aos 87 anos

 

Foto: Geração/Internet

Ver Vídeo baixado do Instagram do cantor pelo B. Folha de Notícias


Francisco Hilário de Aguiar, conhecido carinhosamente como "Chico Dasdores", pai do cantor Frank Aguiar, faleceu nesta quinta-feira, 6 de agosto de 2026, aos 87 anos. O próprio artista comunicou a perda em suas redes sociais através de uma emocionante homenagem.Detalhes sobre o ocorridoDespedida em vida: Frank Aguiar revelou que passou os últimos dias ao lado do pai. Sabendo de seu estado de saúde debilitado, ele pôde se despedir pessoalmente antes do falecimento.Ausência no sepultamento: Visivelmente emocionado em um vídeo, o cantor chorou ao lamentar que não conseguiria chegar a tempo do enterro. Ele explicou que o corpo do pai já estava muito inchado e, embora tenha pedido para adiar a cerimônia de despedida, a alteração não foi possível.Causa da morte: A causa exata do falecimento não foi divulgada publicamente pela família. No entanto, o cantor mencionou que, com a partida, o pai "acalmou o sofrimento".O Legado de Chico DasdoresOrigem: Ele era natural de Itainópolis, no interior do Piauí.Incentivo na música: Chico também era sanfoneiro em sua juventude. Ele foi o principal incentivador da carreira de Frank Aguiar, tendo lhe presenteado com o primeiro acordeão e ensinado os primeiros acordes.Homenagem oficial: Em nota, o cantor destacou as qualidades do pai como um homem íntegro, trabalhador e exemplo de amor e dedicação à família.As informações sobre o local exato do velório e sepultamento restrito aos familiares não foram detalhadas publicamente na nota oficial.Se você desejar, posso buscar mais informações sobre:Detalhes das mensagens de apoio enviadas por outros artistas.A trajetória de Chico Dasdores no Piauí.

Texto: IA

133 famílias receberam as chaves da casa própria nesta quarta-feira (05), em Igarassu

 Entrega foi realizada pela Viana e Moura Construções, em parceria com a CEHAB e a prefeitura do município



Fotos: Divulgação Viana e Moura

Ascom / Informações à imprensa - Stefany Santos | Oficina Comunicação
Por, Paulino Andrade/FN


A Viana e Moura Construções entregou, em parceria com a Companhia Estadual de Habitação e Obras de Pernambuco (CEHAB), a Prefeitura de Igarassu e a Caixa Econômica Federal, na tarde desta quarta-feira (05), 133 casas do segundo módulo do residencial Jardim Monjope. O empreendimento é o primeiro condomínio de casas lançado pela construtora na Região Metropolitana do Recife (RMR) e, no total, conta com 431 unidades habitacionais em condomínio fechado, com guarita 24 horas e áreas de lazer com piscina, churrasqueiras, salão de festas, playground e minicampos.

As famílias que receberam as chaves da casa nova são beneficiárias de programas de acesso à moradia, como o Minha Casa, Minha Vida, que oferece subsídios para quem recebe menos de dois salários mínimos e sonha em conquistar a casa própria. Na ocasião, o presidente da CEHAB, Paulo Lira, agradeceu a Viana e Moura pela parceria. “Fizemos a entrega da primeira etapa do Jardim Monjope em 2025, com 170 unidades, e agora entregamos mais 133 moradias, contando sempre com a participação ativa do município e o trabalho da Viana e Moura, que, a cada novo empreendimento, tem se destacado com condomínios bem estruturados, seguros e que proporcionam mais qualidade de vida”, afirmou.

A prefeita de Igarassu, Elcione Ramos, também destacou a importância da entrega não apenas para as pessoas beneficiadas, mas também para o avanço do município. “Foi um dia histórico. Vimos muitas famílias realizando um grande sonho, e isso demonstra que Igarassu é uma cidade que vem crescendo e recebendo novos moradores, que escolhem nosso município para construir suas histórias. Entregas como esta têm contribuído ainda mais para esse desenvolvimento".

Alexsandra Santos, uma das beneficiadas, esteve representando as 133 famílias presentes na ocasião e destacou a felicidade pela conquista. “Eu sempre sonhei em ter uma casa minha, porque quando a gente muda de aluguel precisa ficar mudando de lugar. Fiquei bastante emocionada, é um sonho que está se realizando”, revelou.

“Agradecemos a confiança de todas as famílias que acreditaram no nosso trabalho para realizar o sonho de ter mais qualidade de vida neste novo lar. Que esse espaço possa contribuir para a felicidade de todos os moradores que chegaram até aqui. Contem sempre com a Viana e Moura”, ressaltou o diretor de Vendas e Incorporação Imobiliária da Viana e Moura, Leonardo Queiroz.  

O empreendimento, que teve um investimento de R$ 55 milhões, teve a entrega do seu primeiro módulo em dezembro de 2025. Além do Jardim Monjope, em Igarassu, a construtora lançou mais dois condomínios na RMR, o Jardim dos Arcos, em Jaboatão dos Guararapes, e o Jardim dos Eucaliptos, em São Lourenço da Mata, reforçando ainda mais o seu compromisso com a região metropolitana do estado.

Polícia - EM CELEBRAÇÃO PELOS 20 ANOS DA LEI MARIA DA PENHA, PMPE REALIZA AÇÃO DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO RECIFE

 


Ascom / PMPE


Desde que foi sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha completa, nesta sexta-feira (7), 20 anos de existência. Para marcar a data, a Polícia Militar de Pernambuco, por meio da Diretoria de Articulação Social e Direitos Humanos (DASDH), realiza uma ação de panfletagem e conscientização sobre prevenção de violência contra a mulher, em frente à Estação Central do Recife, das 7h às 11h. A iniciativa  vai contar com a participação de policiais militares da Patrulha Maria da Penha, do 16º BPM e do 19º BPM, em parceria com a Secretaria da Mulher. 

       Durante a mobilização desta sexta, serão distribuídos materiais informativos e prestadas orientações aos usuários do sistema metroviário e à população sobre a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres. As equipes vão aproveitar a oportunidade para reforçar a divulgação dos canais de denúncia e os serviços que integram a rede de proteção às vítimas do sexo feminino.

       A iniciativa integra as ações preventivas desenvolvidas pela PMPE para fortalecer a articulação com a rede de proteção, ampliar o acesso da população à informação e incentivar a busca por apoio em casos de violência.

Polícia - PM captura suspeitos de subtrair joias após operação no Recife

 



Ver Vídeo:


Ascom / PMPE


Após tomar conhecimento do roubo praticado por um grupo criminoso especializado em subtrair joias, no bairro dos Aflitos, na última quarta-feira (05/08), e a identificação dos suspeitos, foi desencadeada uma operação conjunta que resultou na captura de dois indivíduos no bairro de Passarinho, no Recife.

Durante a ação, foram apreendidos uma motocicleta utilizada na prática do roubo, dois capacetes, duas correntes douradas, uma pulseira dourada, as roupas utilizadas pelos suspeitos durante o crime e dois aparelhos celulares.

Diante dos fatos, as equipes do 13º BPM conduziram os suspeitos à Delegacia do Espinheiro para a adoção das medidas legais cabíveis.

Tubarão-Cabeça-Chata

 A Arte que Desmascara a Verdade Invisível


De, Roberto Ribeiro Arte

Por, Paulino Andrade/FN


A nova obra de Roberto Ribeiro, O Tubarão-Cabeça-Chata, não é apenas uma pintura de rara força expressiva — é um ato de justiça ecológica e uma denúncia de alcance mundial, proferida pela voz de um artista que faz da sua arte um instrumento de verdade e de consciência.

Em 25 de julho de 2024, em entrevista transmitida ao vivo para mais de 116 países pelo canal internacional C4 TV Web, sediado no Rio de Janeiro, sob a apresentação de Luiz Carlos Costas, o artista ambientalista trouxe ao mundo uma verdade que muitos insistem em ocultar: o tubarão-cabeça-chata não é o agressor. É, antes de tudo, a vítima.

A obra e a declaração do pintor revelam a raiz profunda do drama que se desenrola nas águas de Pernambuco. Um projeto de construção de um grande estaleiro federal destruiu o berço e o habitat natural desses animais. Obliterados seus espaços de vida, os tubarões foram obrigados a migrar por canais submersos que ligam as praias de Suape, Gaibu, Calhetas, Paiva, Candeias, Piedade e Boa Viagem, no Recife. Sem território e sem alimento, em um ambiente que lhes foi roubado, eles aproximam-se das águas rasas onde vivem os seres humanos. Tudo o que se move nas águas é confundido com comida — e por isso atacam. Como demonstra com precisão e sensibilidade o artista: o tubarão não se alimenta de carne humana. Quando ataca um banhista, ele o liberta imediatamente, sem consumir a vítima. O ataque não é fome de pessoas — é fome de vida, fome de um lar que lhes foi destruído.

Roberto Ribeiro ergue, mais uma vez, uma carta aberta à Humanidade. A sua pintura não condena o animal — condena a cegueira e a ganância humana que destroem ecossistemas inteiros sem medir as consequências. O que se vê nas praias de Pernambuco é um espelho do que acontece em todo o planeta: quando se destrói a natureza, a natureza responde — e o preço é pago por todos.

Esta obra inscreve-se entre os mais importantes manifestos artísticos e ecológicos da atualidade. O artista não apenas retrata uma espécie ameaçada — ele restitui-lhe a dignidade e revela a causa oculta dos conflitos entre homem e mar. Com clareza e coragem, Roberto Ribeiro clama, em alto e bom som, para o Brasil e para o mundo: Salvem o meio ambiente! Pois ao destruirmos o lar dos animais, destruímos também o nosso próprio.

"Não é o tubarão que invade o espaço do ser humano. É o ser humano que invade, destrói e desaloja — e depois julga a vítima".



Tartaruga Marinha — 2013

 Técnica - Óleo sobre tela 

Artista Pintor Ambientalista Roberto Ribeiro: Arte como Alerta e Profecia Ecológica


De, Roberto Ribeiro Arte

Por, Paulino Andrade/FN


No ano de 2013, muito antes de a urgência da poluição marinha ocupar o centro dos debates globais, o artista ambientalista Roberto Ribeiro concebeu A Tartaruga Marinha — obra em óleo sobre tela que se revela hoje não apenas como notável realização pictórica, mas como um documento profético e um manifesto visual de extraordinária relevância mundial.

Roberto Ribeiro não se limita a retratar a vida marinha: ele denuncia com coragem e clareza meridiana a tragédia que se desenrola sob as águas. A obra nasce de uma observação precisa e angustiada: o lixo acumulado nas galerias, valas e canais das grandes e pequenas cidades corre sem cessar em direção aos rios e, finalmente, deposita-se no fundo dos oceanos, formando camadas imensas de resíduos sólidos que ameaçam a vida marinha de forma irreversível.

O foco sobre a tartaruga não é casual — é o coração da mensagem. O artista chama a atenção para uma das mais cruéis e dolorosas consequências da negligência humana: as tartarugas confundem sacolas plásticas com alimento, ingerem-nas, engasgam e morrem asfixiadas. A imagem torna-se, assim, um grito silencioso que ressoa com força devastadora: cada sacola lançada ao meio ambiente pode significar a extinção de uma vida, e a repetição desse ato leva à extinção de toda uma espécie. A poluição das praias e, sobretudo, a acumulação de detritos no fundo do mar — oculta aos olhos da maioria — é apresentada aqui como uma emergência planetária.

Há nesta obra uma nobre e comovedora dimensão moral: a arte de Roberto Ribeiro é uma carta aberta à Humanidade. Sem dogmas, sem jargões, ele fala a todos os povos e todas as gerações, utilizando a linguagem universal da pintura para clamar: Salvem a tartaruga marinha. Salvem o meio ambiente. Salvem o Planeta Terra. Terra. 

Antecipando em quase uma década as preocupações que hoje mobilizam cientistas, governos e sociedades, Roberto Ribeiro demonstra que a arte, quando imbuída de verdade e de amor à vida, possui o poder de enxergar além do seu tempo e de alertar com antecedência para os perigos que a humanidade insiste em ignorar. A Tartaruga Marinha inscreve-se, portanto, entre as obras mais visionárias e corajosas da arte ambiental contemporânea mundial — um legado que nos desafia a agir antes que seja tarde demais.

"Não é apenas uma tartaruga que está em perigo. É o próprio futuro do planeta que nos é comum."