quinta-feira, 15 de outubro de 2026

POLÍCIA | POLÍCIA MILITAR APREENDE TRÊS ARMAS DE FOGO E MUNIÇÕES EM OLINDA

 

Ascom / PMPE


Policiais militares da Radiopatrulha (BPRp) apreenderam três armas de fogo e diversas munições no bairro de Salgadinho, em Olinda. Na tarde desta quarta-feira (14), o efetivo recebeu informações sobre a presença de indivíduos armados na região. Ao se aproximarem do local informado, as equipes avistaram cerca de quatro suspeitos, que fugiram em direção a uma área de mangue. Foram realizadas diligências, mas ninguém foi localizado. Durante uma varredura na área, os PMs encontraram, dentro de um barraco abandonado, um rifle calibre .44, uma espingarda calibre .36 e uma garrucha semelhante a uma arma calibre 12, além de 16 munições calibre .44, 11 munições intactas e cinco deflagradas calibre .38 e uma munição calibre 12. Todo o material foi encaminhado à Central de Flagrantes da Capital para a adoção das medidas cabíveis.

Para celebrar o Dia das Crianças, Mackenzie Agnes promoveu brincadeiras especiais, integração e muito aprendizado

 Com diversão, acolhimento e aprendizado, estudantes vivenciaram momentos especiais durante a comemoração.


Ascom / Mackenzie | Comunicação
Por, Paulino Andrade/FN



O Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, é uma das datas mais aguardadas pelos estudantes brasileiros. Instituída oficialmente em 1924, a comemoração reforça a importância da infância como etapa fundamental para o desenvolvimento humano, valorizando o brincar, a convivência e as experiências que contribuem para a formação de crianças mais criativas, autônomas e felizes.

Para marcar a data, o Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife, preparou uma programação especial voltada aos alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental - Anos Iniciais, realizada nos dias 13 e 14 de outubro. Ao longo das comemorações, as crianças participaram de atividades recreativas que incluíram banho de piscina, desfile de fantasias, jogos e diversas brincadeiras, além de momentos de confraternização com pipoca, algodão-doce e picolés.

Para a coordenadora da Educação Infantil, Sara Macêdo, a celebração do Dia das Crianças foi além de um momento de diversão: representou uma oportunidade de fortalecer vínculos e proporcionar experiências significativas que marcaram positivamente a infância dos estudantes.

"Comemorar o Dia das Crianças é reconhecer nelas o presente mais precioso que Deus nos confiou. É um momento de celebrar a infância com alegria, cuidado e amor, lembrando que cada brincadeira, cada sorriso e cada gesto de afeto refletem o valor que Jesus deu às crianças quando disse: ‘Deixem vir a mim os pequeninos’. Mais do que uma data comemorativa, esta celebração reforça nossa missão de educar e acolher com excelência, ternura e propósito, promovendo experiências que contribuam para o desenvolvimento integral de cada criança", disse Macêdo.

Já a coordenadora do Ensino Fundamental - Anos Iniciais, Claudia Guarines, destacou que as atividades realizadas durante a ação também favoreceram o desenvolvimento socioemocional dos estudantes, fortalecendo laços e criando memórias afetivas que permanecerão ao longo da vida.

"Para mim, comemorar o Dia das Crianças é celebrar o presente mais precioso que Deus nos confia: a vida dos nossos pequenos. Mais do que oferecer momentos especiais, essa data nos convida a estar perto, brincar, ouvir, acolher e criar memórias repletas de amor e significado. Jesus nos ensinou a receber as crianças com ternura, e acredito que cada gesto de carinho dedicado a elas é também uma forma de semear fé, esperança e amor em seus corações. Desejo que cresçam sabendo que são amadas, preciosas para Deus e que sempre encontrarão em nós um abraço seguro, um acolhimento sincero e razões para sorrir. Afinal, a infância passa rapidamente, mas o amor e os valores que cultivamos no coração de uma criança florescem por toda a vida".

Com uma programação pensada especialmente para seus alunos, o Mackenzie Agnes reafirmou seu compromisso com uma educação que compreende o desenvolvimento infantil de maneira integral, unindo aprendizagem, acolhimento e momentos de celebração que tornaram a experiência escolar ainda mais significativa.


"Serasa tributário"? Novo score transforma situação fiscal de empresas em nota que pode pesar na escolha de fornecedores e nos negócios

 Assim como uma pontuação de crédito ajuda a indicar o grau de confiabilidade de um consumidor para o mercado financeiro, as empresas poderão ter uma nota para mostrar sua saúde tributária. O novo Score ASIS, indicador que cruza documentos, obrigações e dados fiscais para classificar o nível de conformidade, risco e maturidade tributária de uma companhia, funcionará  como uma espécie de “Serasa tributário”.


Ascom / Engenharia de Comunicação - Patrícia Stedile

Por, Paulino Andrade/FN


A novidade ganha peso diante da Reforma Tributária, já que, com as novas regras, a situação fiscal de uma empresa pode deixar de ser uma questão restrita à própria operação e passar a impactar também suas relações comerciais. 

“A saúde fiscal das empresas vai depender também da saúde fiscal dos seus fornecedores. Não bastará olhar apenas para a própria maturidade fiscal, mas também para a das empresas com as quais se escolheu trabalhar. Com a iminente prorrogação do Split Payment, se uma empresa da cadeia deixar de recolher os tributos devidos, por exemplo, isso poderá representar exposição fiscal para quem faz negócios com ela, podendo até mesmo ser chamada a responder pelo valor não pago”, explica Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech.

Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech

O Score Asis nasceu durante uma viagem de negócios à China, onde Brondi pôde observar como empresas utilizam métricas simples para traduzir processos complexos e orientar decisões. Segundo o executivo, a experiência levou à reflexão sobre como aplicar a mesma lógica à gestão tributária brasileira.

“O poder de uma boa métrica está em ser compreendida pelo maior número de pessoas, do operário na linha de produção ao CEO. Foi isso que vi na China: processos complexos comunicados através de métricas simples de entender. Daí para a ideia do Score ASIS foi um salto mais fácil”, afirma Brondi.

Como funciona

Para calcular a pontuação das empresas, a ASIS cruza milhares de documentos fiscais, informações, realiza consultas a dados fiscais oficiais de municípios, estados e governo federal, incluindo clientes e seus fornecedores.

Atrasos na entrega de obrigações fiscais, débitos com o Fisco, pagamentos em atraso e erros na emissão ou no preenchimento de documentos estão entre os fatores que influenciam negativamente a classificação. A lógica é simples: quanto maiores, mais frequentes e mais graves forem os problemas encontrados, menor será o Score. No sentido contrário, uma companhia que cumpre regras, prazos e entregas alcança uma classificação mais elevada.

Ulisses Brondi acrescenta que, se a nota passar a ser considerada antes de fechar negócios, a maturidade fiscal de uma empresa poderá influenciar também sua capacidade de conquistar clientes, negociar condições comerciais e permanecer em determinadas cadeias de fornecedores.

Como evolução do projeto, a ASIS Tax Tech prevê ainda o uso de IA para explicar os fatores que mais impactam a classificação e indicar quais ações devem ser priorizadas.

Reforma tributária 

O Score será continuamente calibrado à medida que as regras da Reforma Tributária evoluírem e deverá incorporar critérios relacionados à preparação das empresas para o novo sistema.

A proposta é transformar uma pergunta até então genérica — “sua empresa está preparada para a Reforma Tributária?” — em uma avaliação mensurável: “quanto sua empresa está preparada?”.

Essa possibilidade de medir o grau de preparação reforça, na visão de Brondi, uma mudança maior no papel da área tributária dentro das companhias.

“Por muito tempo a área fiscal era vista como uma etapa necessária, mas de baixo valor agregado nas empresas: um pedágio pelo qual você é obrigado a passar para poder vender. Com a Reforma Tributária, a área fiscal sobe de elevador do operacional para o estratégico, para além do cumprimento de obrigações”, diz o CEO.

Projeto começa em fase piloto

O Score ASIS ainda está em fase de calibração junto ao mercado. A ASIS Tax Tech iniciou um programa piloto com empresas interessadas e está calibrando o indicador de acordo com as particularidades dos setores e com as definições relacionadas à nova legislação tributária.

Além disso, a ASIS Tax Tech pretende relacionar e organizar os principais dados agregados dos fornecedores por segmento e perfil de cada companhia, para gerar um Score que apoie a tomada de decisão e a transição da Reforma Tributária. O Score considerará, por setor, os principais erros, maturidade para a Reforma, qualidade cadastral, concentração de riscos e a evolução ao longo do tempo, gerando inteligência prática para mais segurança, eficiência e vantagem competitiva. 

Mais informações: www.asistaxtech.com.br

Adultos transformam brinquedos em itens de coleção, identidade e pertencimento

 Mercado 'kidult' ganha espaço com colecionáveis, franquias e produtos licenciados; professor de Marketing da UNIASSELVI explica como nostalgia, cultura pop e comunidades movimentam consumo


Ascom / Luciana da Silva Messa - UNIASSELVI

Por, Paulino Andrade/FN


Durante o mês de outubro, marcado pelo Dia das Crianças, lojas e marcas reforçam a oferta de brinquedos, bonecos e produtos de personagens da cultura pop. Mas parte dessas vitrines mira o público adulto. O movimento é conhecido como mercado ‘kidult’, expressão formada pela junção das palavras em inglês "kid" (criança) e "adult" (adulto).

Bonecos, cartas colecionáveis, pelúcias, jogos e produtos licenciados podem aparecer tanto como itens de coleção e decoração quanto como formas de acompanhar franquias e expressar interesses pessoais de um público mais velho. Dados da consultoria Circana mostram que este movimento tem ganhado cada vez mais relevância comercial: em 2025, o mercado de brinquedos cresceu 7% nos 12 grandes mercados acompanhados pela empresa, grupo que inclui o Brasil. No mesmo período, os colecionáveis avançaram 32% e chegaram a representar quase 19% das vendas do setor em valor.

Para Rodrigo Borsatto Sommer da Silva, coordenador do curso de Marketing da UNIASSELVI, o fenômeno representa uma mudança no significado atribuído a esses produtos. “O mercado kidult é formado, de maneira geral, por jovens e adultos que consomem produtos tradicionalmente associados ao universo infantil ou à cultura do entretenimento. Economicamente, estamos falando de consumidores que possuem renda própria e conseguem adquirir hoje produtos aos quais talvez não tivessem acesso quando eram crianças. Um brinquedo que dependia da decisão dos pais passa a depender da própria decisão de compra”, explica.

Apesar da nostalgia ocupar uma fatia importante desse movimento, é fundamental destacar que nem todo consumo kidult está necessariamente relacionado a este sentimento. “Um adulto pode comprar um personagem que conheceu na infância, mas também pode consumir uma franquia ou um colecionável completamente novo simplesmente porque faz parte de seus interesses atuais. Isso acontece porque o item deixa de ser exclusivamente um produto infantil e passa também a ser um produto de entretenimento, identidade, decoração, coleção e pertencimento”, afirma Rodrigo.

Ao mesmo tempo, a indústria passou a desenvolver produtos alinhados a esse público. “O mercado percebeu essa disposição e passou a desenvolver produtos mais sofisticados, edições especiais e colecionáveis especificamente para adultos”, destaca.

Transformação cultural

A mudança também acompanha uma transformação cultural. Segundo Rodrigo, referências que antes eram associadas principalmente à infância passaram a ocupar um espaço mais amplo na sociedade. “Gostar de super-heróis, animações, videogames, LEGO ou personagens deixou de ser algo necessariamente associado à infância. A cultura pop ganhou enorme legitimidade social e econômica.

Filmes, séries, streaming, games, convenções e redes sociais transformaram essas propriedades intelectuais em universos culturais que acompanham as pessoas durante décadas”, diz.

Nesse contexto, as redes sociais e as comunidades de fãs ganharam enorme influência, aponta Rodrigo. “Nesses mercados, o consumidor frequentemente deixa de ser apenas comprador e passa a participar da construção do valor da própria marca. Ele avalia lançamentos, compara versões, produz conteúdo, faz unboxing, cria rankings, identifica erros, discute detalhes de personagens e influencia outros consumidores. A participação nesses grupos pode fortalecer identificação, confiança, lealdade, compartilhamento de conhecimento e até processos de cocriação de valor”.

Há ainda um fator adicional: o nível de conhecimento de parte desses fãs sobre as franquias que acompanham. “Um fã de Star Wars, Pokémon, Barbie ou determinada série pode conhecer detalhes daquele universo há 20 ou 30 anos. Portanto, a empresa precisa compreender que não está falando com um consumidor passivo”, ressalta o professor da UNIASSELVI.

Por isso, para o professor, a relação das empresas com esses grupos precisa ser construída a partir da escuta, e não apenas da tentativa de vender. “Empresas que entram nesses espaços apenas para vender podem enfrentar resistência. As que reconhecem o conhecimento dos fãs, acompanham suas conversas e incorporam esse aprendizado ao desenvolvimento de produtos conseguem construir relações muito mais fortes”, aponta.

Características diferentes para públicos diferentes

A presença desse público também influencia a criação dos produtos. “Um boneco desenvolvido para uma criança normalmente precisa priorizar características relacionadas ao brincar: resistência, facilidade de manuseio, interação e uma relação preço-benefício compatível com esse mercado. Já um action figure desenvolvido para um colecionador adulto pode priorizar outros atributos, como fidelidade ao personagem, qualidade da pintura, articulações mais sofisticadas, materiais diferenciados, acessórios, escala, embalagem, numeração da edição e até a possibilidade de exposição do produto sem retirá-lo da caixa”, diz Rodrigo.

A diferenciação continua na comunicação. Para o especialista, a forma de apresentar o produto precisa acompanhar o que o público valoriza. “Para uma criança, a propaganda pode enfatizar diversão, brincadeira e interação. Para o adulto, podem aparecer elementos como autenticidade, exclusividade, design, acabamento, história da franquia e pertencimento a determinado fandom. O produto adulto pode trabalhar com elementos ‘premium’, séries limitadas, pré-venda e exclusividade. Portanto, apesar de ambos serem chamados de ‘bonecos’, a proposta de valor pode ser completamente diferente”.

Nostalgia não garante vendas

Mesmo com seu potencial de conexão emocional, a nostalgia não funciona sozinha. O professor alerta que recuperar personagens ou marcas conhecidas não é suficiente para garantir o interesse do público. “Um dos principais erros é acreditar que basta recuperar uma marca antiga ou colocar um personagem conhecido em um produto para que a nostalgia automaticamente gere vendas. A nostalgia funciona quando existe coerência entre memória, produto e experiência atual. Se a empresa utiliza uma franquia querida pelo consumidor, mas entrega um produto de baixa qualidade ou que parece apenas uma tentativa oportunista de monetizar aquela lembrança, pode ocorrer exatamente o efeito contrário”, afirma.

Outro cuidado, aponta o professor, é não infantilizar esse consumidor. “O fato de uma pessoa comprar LEGO, um action figure ou uma pelúcia não significa que ela queira ser tratada como criança. Muitas vezes aquele objeto representa coleção, design, identidade, hobby ou pertencimento cultural”.

O desafio, portanto, é combinar reconhecimento com novidade. “É preciso preservar aquilo que desperta reconhecimento emocional, mas oferecer alguma razão contemporânea para o consumidor comprar aquele produto agora”, conclui.

Atlantic Nickel / Appian registram produção recorde e avançam com expansão subterrânea da Mina Santa Rita

 Produção de concentrado de níquel atinge 12.464 toneladas em agosto, maior volume desde a retomada das operações em 2019;


Ascom / Luciana da Silva - CB

Por, Paulino Andrade/FN


Atlantic Nickel encerra o primeiro semestre com receita bruta de R$ 833 milhões e lucro líquido de R$ 293 milhões;

Obras da futura operação subterrânea atingem mais de 600 metros de túneis escavados.

A Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, anuncia produção recorde na Atlantic Nickel, empresa do grupo que produz níquel sulfetado na Bahia. Em agosto, a Mina Santa Rita produziu 12.464 toneladas de concentrado de níquel, com recuperação metalúrgica de 86,72% (percentual do metal aproveitado a partir do minério). São os melhores números desde 2019, quando o grupo assumiu as atividades. O resultado confirma a consistência da operação e o avanço da estratégia de crescimento.

No primeiro semestre a companhia processou 3,39 milhões de toneladas de minério, com quantidades significativas de cobre, PGMs, cobalto e outros subprodutos. O teor médio do minério alimentado à planta foi de 0,29% de níquel sulfetado, enquanto o concentrado apresentou teor entre 12,5% e 13,4% de níquel.

“Os resultados refletem a combinação entre disciplina operacional, eficiência na gestão de custos e foco na geração de valor de longo prazo. Alcançamos recordes importantes ao mesmo tempo em que seguimos preparando a Mina Santa Rita para sua próxima etapa de crescimento, mantendo os mais elevados padrões de segurança e sustentabilidade”, afirma Milson Mundim, Country Manager da Appian Capital Brazil.

De janeiro a junho, a Atlantic Nickel registrou receita bruta de R$ 833 milhões, EBITDA ajustado de R$ 339 milhões e lucro líquido de R$ 293 milhões. O custo caixa C1 ficou em US$ 3,10 por libra de níquel. Esse indicador mede os custos diretos de produção e mostra a competitividade da mina no mercado global.

No mesmo período, a companhia embarcou 49.717 toneladas do minério concentrado para a América do Norte, Europa e Ásia. Além do níquel, o produto contém outros metais de valor comercial. Isso amplia a receita da operação e reforça seu papel na cadeia global de minerais críticos.

Avanços do projeto subterrâneo

Em paralelo, a companhia avança na transição da Mina Santa Rita para a mineração subterrânea. O projeto tem potencial para ampliar a vida útil da operação para mais de 30 anos, com produção estimada de aproximadamente 30 mil toneladas equivalentes de níquel por ano e uma estrutura de custos competitiva. Após a conclusão do Estudo de Pré-Viabilidade em 2024, a empresa segue desenvolvendo o Estudo de Viabilidade Definitivo. Desde março de 2026, quando ocorreu a detonação inaugural do Portal Sul, mais de 600 metros de túneis já foram escavados.

Compromisso com a segurança e o desempenho

A segurança permanece como um dos pilares da operação, com uma Taxa de Frequência de Acidentes com Afastamento (LTIFR) de 0,63 nos últimos 12 meses. No primeiro semestre de 2026, a Santa Rita registrou 4.079 interações de Liderança Visível em Segurança (VFL), iniciativa voltada à prevenção de riscos e ao fortalecimento da cultura de segurança. A operação também realizou mais de 54.300 horas-homem de treinamentos em saúde, segurança e meio ambiente, reforçando o compromisso da companhia com a excelência operacional.

Sobre a Appian Capital Brazil

A Appian Capital Brazil, fundo de investimentos privados especializado em mineração e metalurgia, é a representante no país do grupo Appian Capital Advisory.  Fundada em 2011 em Londres com investimentos em diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente, trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o desenvolvimento destas regiões. Com seis anos de atuação no mercado brasileiro e, atualmente presente em dois estados (Minas Gerais e Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. O grupo possui dois ativos de mineração no país: Atlantic Nickel e Graphcoa, além da subsidiária Omnigen Energy.

Com sólido compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as pessoas e com a segurança nas operações.

Recife garante dignidade na Vila do Papel com implantação de banheiros e instalações para água e esgoto nas residências

 Programa Meu Banheiro Melhor, realizado pela Prefeitura com recursos do ProMorar, entregou nesta quinta (15) 82 casas na comunidade


Foto: Helia Scheppa/Prefeitura do Recife (Edição Animação / Paulino Andrade/FN)

Ascom / Iara Lima
Secretária Executiva de Imprensa
Por, Paulino Andrade/FN



A Prefeitura do Recife entregou, nesta quinta-feira (15), 82 casas com novos banheiros, ligações internas de água e esgoto e equipamentos como pias e tanques. As intervenções foram feitas na Vila do Papel, no Coque, pelo Programa Meu Banheiro Melhor, executado com recursos do ProMorar. O prefeito Victor Marques visitou algumas das casas atendidas e destacou o impacto da ação na rotina das famílias.

“Hoje estamos acompanhando as melhorias hidrossanitárias na comunidade da Vila do Papel. É uma ação que, para muita gente, pode até parecer simples, mas que faz toda a diferença na vida de quem mora aqui. Realizamos um serviço completo para garantir mais dignidade aos moradores, que, ao chegarem em casa depois de um dia de trabalho, precisam contar com um bom chuveiro para tomar banho, uma pia adequada para lavar as mãos e melhores condições de higiene. Esse trabalho da Prefeitura tem justamente o objetivo de melhorar a qualidade de vida de quem mora aqui”, afirmou o prefeito.

Antes das obras, é feito um mapeamento com base em informações do ProMorar, como laudos de vistorias dentro das casas, vistorias cautelares, cadastros socioeconômicos e dados do CadÚnico. Com esse levantamento técnico e social, as equipes fazem a busca ativa nos domicílios. Em seguida, engenheiros e profissionais da área social confirmam as condições no local e aplicam critérios técnicos e socioeconômicos para definir quais casas serão atendidas.

Entre as moradoras beneficiadas está Maria José Berto, de 64 anos, aposentada, que vive há mais de 50 anos na comunidade com o tio, de 89, e a mãe, de 86. Ela conta que sempre desejou fazer a melhoria, mas não tinha condições financeiras. “Agora, com a intervenção, ficou muito mais fácil sentar no vaso sanitário e realizar a higiene pessoal, garantindo mais conforto, praticidade e dignidade no dia a dia”, conta.

O Programa Meu Banheiro Melhor atua na construção e reforma de banheiros, na instalação de pias, tanques de lavar roupa e caixas d’água e nas ligações das casas com a rede pública de saneamento. Na Vila do Papel, o programa já beneficiou 92 casas, com investimento total de R$ 2,7 milhões.

A secretária de Projetos Especiais do Recife, Marília Dantas, explica o que motivou a iniciativa. “Em muitos casos, as casas não possuíam banheiro ou contavam com sanitários compartilhados. Estamos garantindo dignidade para essas famílias e reduzindo o déficit habitacional qualitativo, situação em que as famílias possuem moradia, mas vivem em condições inadequadas”, define. Segundo dados da Fundação João Pinheiro, o déficit habitacional qualitativo chega a quase 30 milhões de domicílios no Brasil.

INVESTIMENTOS - Na Vila do Papel, o ProMorar já entregou o COMVIDA, complexo de lazer sob o Viaduto Capitão Temudo que ampliou o espaço para esporte e entretenimento dos moradores. Além disso, 100% da comunidade recebeu saneamento, pavimentação e drenagem, obra que também trouxe acessibilidade e iluminação e tem impacto direto sobre mais de 1,5 mil moradores. Está em andamento ainda a construção do Habitacional São José, que terá 249 unidades habitacionais. 

Crítica Internacional: O Índio e as queimadas ‑ Roberto Ribeiro (óleo sobre tela, 70 × 50 cm)

 

De, Roberto Ribeiro Eco Arte

Por, Paulino Andrade/FN


Apresentação da obra

Realizada em óleo sobre tela com dimensões 70 cm por 50 cm, O Índio e as queimadas insere‑se na trajetória do artista ambientalista Roberto Ribeiro como uma homenagem visual aos povos indígenas do Brasil e do planeta, protagonistas da resistência territorial e ecológica diante da crise climática global  . A obra não se limita a registrar uma cena de devastação; ela propõe um diálogo estético‑político entre a presença ancestral do indígena e a violência dos incêndios que atingem biomas fundamentais para o equilíbrio terrestre.

Leitura formal e material

A técnica do óleo sobre tela permite ao artista construir contrastes cromáticos intensos: tons terrosos e quentes das chamas e da fumaça opõem‑se às cores mais sóbrias que definem a figura indígena, sugerindo a tensão entre a força destrutiva da ação humana e a sabedoria milenar de cuidado com a terra . A escala média da tela, 70 × 50 cm, favorece uma proximidade contemplativa: não é uma pintura monumental, mas uma obra‑testemunho, pensada para ser observada com atenção, como um apelo à escuta. A pincelada equilibra expressividade dramática nas zonas de fogo e maior contenção na representação da figura, evitando estereótipos excessivamente folclorizantes para priorizar a dimensão humana e política do personagem  .

Perspectivas da crítica internacional

Analistas de arte ambiental e estudos decoloniais do Sul Global situam O Índio e as queimadas dentro de uma corrente contemporânea que questiona a narrativa eurocêntrica da “proteção da natureza”, frequentemente desligada dos direitos originários dos povos que habitam e cuidam dos territórios há milênios  . Para autores vinculados às bienais de arte latino‑americana, a força da obra reside em não reduzir o indígena a um símbolo abstrato de “natureza”, mas inseri‑lo como sujeito que observa, resiste e testemunha a destruição de seu mundo  . Há, por outro lado, vozes críticas que alertam para o risco de representações externas: sendo Ribeiro um artista não indígena, a pintura pode ser vista como uma mediação, não como uma expressão direta da cosmovisão indígena — exigindo, portanto, que seja sempre apresentada acompanhada de referências às lideranças e produções artísticas dos próprios povos originários  . Ainda assim, especialistas em arte