segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Sudene aprova liberação de R$ 267 milhões do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste para projetos de infraestrutura

 Recursos representam parcelas do financiamento contratados junto à autarquia para a instalação de parques eólicos e solares em Pernambuco e Rio Grande do Norte


Recife (PE) – A Diretoria Colegiada da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) autorizou a liberação de R$ 264 milhões em recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste para quatro projetos de geração de energia eólica e solar localizados nos estados de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. O montante constitui parcelas de financiamento contratados junto à autarquia para viabilizar a instalação dos empreendimentos. A decisão foi anunciada na última sexta-feira (23).


Na ocasião, o superintendente Danilo Cabral destacou o papel do fundo regional administrado pela Sudene como instrumento estratégico para a agenda da sustentabilidade ambiental. “O FDNE já apoiou a instalação de vários empreendimentos do setor de energia e saneamento básico. São agendas importantes para melhorar o ambiente de negócios na região e, principalmente, gerar mais qualidade de vida para o povo nordestino”, afirmou o gestor.


A Elawan Eólica Passagem S/A, empresa de divisão de energias da Elawan Energy que integra a ORIX Corporation, receberá R$ 50,4 milhões referentes à terceira parcela da contratação de crédito. O investimento total da empresa é de quase R$ 367 milhões, dos quais R$ 220 milhões são financiados com recursos do FDNE. A empresa é titular de projeto instalado em Santana dos Matos, no Seridó potiguar. O empreendimento ocupa uma área de 8,5 hectares e possui capacidade instalada de 52 MW. Durante a implantação, o projeto gera 100 empregos diretos.


Também estão localizados no Rio Grande do Norte outros dois projetos que terão os primeiros aportes do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste. Ambos os empreendimentos são de controle da EDP Renováveis do Brasil. A Central Geradora Fotovoltaica Monte Verde Solar II S.A. - presente nos municípios de Lajes, Pedro Avelino e Jandaíra – receberá R$ 75,4 milhões de um total de R$ 102,7 milhões. O empreendimento está dimensionado para 41,8 MW de potência e produção anual estimada em 116.000 MWH. A empresa investiu, no total, R$ 228,6 milhões na instalação do empreendimento.


Em Pedro Avelino também está localizado o empreendimento Monte Verde Solar III S.A., com 40,2 MW de capacidade instalada e produção anual semelhante ao projeto anterior. A liberação para este parque é um pouco maior: R$ 76,9 milhões, correspondente à primeira parcela do financiamento total de R$ 102,7 milhões. Nesta central de geração de energia, o orçamento total do investimento supera os R$ 228 milhões.


Outro empreendimento que foi objeto de aprovação para o recebimento de recursos do FDNE foi o UFV Serrita II, que integrará o complexo Solar Serrita. Instalado em Salgueiro, no sertão central pernambucano, o empreendimento tem capacidade instalada de 30 MW. Foram liberados R$ 64,5 milhões, correspondente à primeira parcela do crédito de R$ 114 milhões com recursos do FDNE. O grupo Elecnor, responsável pelo parque, informou R$ 191 milhões em investimentos totais.


Diretor-substituto de Fundos, Incentivos e de Atração de Investimentos da Sudene, o economista Wandemberg Almeida destacou que os projetos avaliados mostram a confiança do mercado no papel do FDNE, consolidando-o como vetor de atração de empreendimentos para o Nordeste. “Isso colabora para que tenhamos uma região mais atrativa para novos investimentos, gerando sustentabilidade e bons resultados para a população”, comentou.

Assª. SUDENE

Por Paulino Andrade/FN

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Gestores e professores do Jaboatão compartilham experiências na área de educação inclusiva

Promover a inclusão na rede de ensino do Jaboatão dos Guararapes e compartilhar experiências pedagógicas em busca de uma educação pública inclusiva e de qualidade. Esses foram os temas abordados na 1ª Mostra Pedagógica Inclusiva de profissionais da rede de ensino do município, realizada nesta segunda-feira (26), na Faculdade Guararapes (UNIFG), em Piedade. O evento faz parte da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, que seguirá até o próximo sábado (31), abordando o tema “Nossa história: quem somos e o que fazemos?".


A gerente de Educação Especial do Jaboatão, Mabel Santos, falou da importância de incluir a mostra nesta programação. “A proposta é justamente unir para incluir toda a rede municipal. Ao longo do ano, os profissionais em educação promovem atividades inclusivas com os alunos, para que eles desenvolvam seu conhecimento cognitivo e motor. Este evento foi mais que oportuno para compartilharmos essas experiências pedagógicas e reforçarmos a questão da inclusão”, enfatizou a gestora.


Uma das participantes do encontro, Juanita Marília Santos, é mestranda em Educação Inclusiva e atua como professora especialista do atendimento educacional especializado, na Escola Municipal Maria Feijó, na Muribeca. Ela falou sobre os desafios e métodos aplicados na construção da educação inclusiva na escola onde trabalha. “O primeiro passo para incluir o aluno com deficiência é o afeto. É preciso acolher, ouvir e passar segurança para que ele possa desenvolver suas habilidades e potencializar seu conhecimento dentro e fora do ambiente escolar. Além disso, é interessante também utilizar recursos pedagógicos, como jogos educativos inclusivos, que podem ser feitos a partir de materiais simples, tais como tampas de garrafa pet, papelão, botões, entre outros. Com isso, podemos produzir jogos da memória, por exemplo, que vão ajudar no processo de ensino-aprendizagem das crianças com deficiência”, explica a educadora. Ela complementa: “Durante o ano, trabalhamos a questão da inclusão com todos os alunos. É gratificante perceber a interação que existe entre eles”.


EDUCAÇÃO INCLUSIVA

O programa Unir para Incluir, da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, é composto por diversos projetos que visam a inclusão social por meio da educação. A rede municipal de ensino tem 3.205 pessoas com deficiência matriculadas. Conta com 65 salas de recursos pedagógicos e mais de 720 profissionais de apoio pedagógico. Além disso, a Prefeitura criou, em 2023, o Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção em Braille (NAPPB) que, dentre outros serviços, oferece curso de Tiflologia (estudo referente à instrução dos cegos), dá suporte a cegos e imprime livros paradidáticos.

 Fotos: Chico Bezerra/PMJG



 Assª. Ascom/PMJG

Por Paulino Andrade/FN

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Proteção de Dados: Desafios e Impactos da Conformidade com a LGPD no Brasil Por Patricia Punder, advogada e CEO da Punder Advogados

 

A proteção de dados no Brasil é de extrema importância, garantindo a privacidade e segurança das informações pessoais dos cidadãos. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro de 2020, estabelece diretrizes cruciais para empresas e órgãos governamentais, promovendo transparência e responsabilidade no tratamento de dados.


A proteção de dados resguarda a privacidade dos indivíduos, assegurando que suas informações pessoais não sejam indevidamente acessadas, utilizadas ou compartilhadas. Além da promover a confiança na era digital, essencial para o desenvolvimento de serviços online, comércio eletrônico e interações na internet.


Ademais, a proteção de dados pode evitar o uso indevido de informações para práticas com fraudes, discriminação e manipulação. Ao estabelecer regulamentação e diretrizes, cria-se um ambiente mais ético e transparente, beneficiando tanto os usuários quanto as organizações.


Respeitar as disposições da LGPD não apenas protege direitos individuais, mas também fortalece a posição do Brasil no cenário global, alinhando-se a padrões internacionais de proteção de dados.


Apesar de todos os benefícios listados nos parágrafos anteriores, temos visto que muitas empresas e órgãos públicos não estão em conformidade com a LGPD, podendo acarretar diversas consequências, como sanções financeiras, reparação de danos, interrupção das atividades, perda da reputação e da confiança do mercado, ações judiciais, e investigações e auditorias.


A reputação pode ser severamente afetada quando as empresas ou órgãos públicos não cumprem com as disposições da LGPD. Esta falta de conformidade pode gerar desconfiança por parte dos clientes e parceiros de negócios, prejudicando a imagem das organizações privadas ou públicas.


Além disso, pode existir repercussão nas redes sociais, uma vez que estas redes oferecem um canal rápido para o compartilhamento de experiencias negativas. Se os clientes souberem ou suspeitarem que a empresa não está em conformidade com a LGPD, eles podem compartilhar suas preocupações, gerando uma má publicidade que se espalha rapidamente.


A confiança é fundamental nas relações comerciais, e a perda desta confiança pode ter impactos duradouros no sucesso e perenidade de organizações.


Patricia Punder, é advogada e compliance officer com experiência internacional. Professora de Compliance no pós-MBA da USFSCAR e LEC – Legal Ethics and Compliance (SP). Uma das autoras do “Manual de Compliance”, lançado pela LEC em 2019 e Compliance – além do Manual 2020. 


Com sólida experiência no Brasil e na América Latina, Patricia tem expertise na implementação de Programas de Governança e Compliance, LGPD, ESG, treinamentos; análise estratégica de avaliação e gestão de riscos, gestão na condução de crises de reputação corporativa e investigações envolvendo o DOJ (Department of Justice), SEC (Securities and Exchange Comission), AGU, CADE e TCU (Brasil). www.punder.adv.br

Assª. Elenita Andrade

Por Paulino Andrade/FN

Mais de 48,7 mil pessoas realizaram concurso público da Prefeitura do Jaboatão neste domingo,25/08

Com 62.622 inscritos, o maior concurso público já realizado pela Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes teve as provas aplicadas neste domingo, em diversos pontos do município e da cidade vizinha, nos turnos da manhã e da tarde, em clima de muita tranquilidade. Ao todo, 48.741 dos candidatos compareceram, o que representa um índice de abstenção de 24,5%. 


"Os números estão dentro do previsto. A presença foi bastante significativa e, felizmente, tudo transcorreu sem incidentes", observa o secretário municipal de Administração, Thiago Fernandes. Já nesta segunda-feira (26), os participantes poderão conferir o gabarito com as respostas. O resultado indicando os aprovados está previsto para ser divulgado no dia 16 de dezembro. Até lá, os candidatos fazem suas avaliações pessoais e a expectativa é grande.


Morador de Prazeres, o militar Miguel Ferreira dos Santos, de 20 anos, concorre justamente ao cargo que teve mais inscritos: o de agente de combate às endemias e está confiante no resultado. “Achei uma prova tranquila. Caiu tudo que estudei. O que pegou mais pesado para mim foi legislação, mas fiz boa prova e estou confiante”, avaliou.


A operadora de telemarketing Lucilene do Nascimento, 38, também gostou da prova. “Englobou todo o assunto do edital. Não foi difícil. Tenho fé em Deus que vou passar, fiz a minha parte”. Já Claudenice Gomes, 43, relatou dificuldade para responder às 60 questões das provas. “Muita coisa para ler e interpretar, mas eu me esforcei, vamos ver”.


O cargo de Agente de Combate às Endemias (ACE) teve 16.274 inscritos concorrendo a 103 vagas, ou seja, uma concorrência de 158 pessoas por vaga. O segundo cargo mais disputado foi o de guarda municipal, com 11.121 concorrentes disputando 117 vagas, 95 candidatos por vaga. Ao todo, foram disponibilizadas 1.592 vagas distribuídas em 63 cargos de níveis superior e médio, sendo 89 vagas reservadas para pessoas com deficiência.


Entre os cargos estão advogados, procuradores, neurologistas, clínicos, analistas econômicos, auditores, assistentes de suporte à gestão e muitos outros. O concurso público terá validade de dois anos, a contar da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período. A expectativa é de que as nomeações comecem no início do próximo ano.

Fotos: Leandro de Santana/PMJG


Assª. Ascom/PMJG

Por Paulino Andrade/FN

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Mais de 60% dos brasileiros já sofreram tentativa de golpes pela Internet, diz levantamento da Koin

 Cerca de 90% das ações aconteceram pelo celular, segundo a nova pesquisa da fintech, que revela dados alarmantes sobre o cenário de fraudes virtuais no Brasil

 Em novo levantamento sobre o cenário de golpes e fraudes virtuais, feito pela Koin, fintech especializada em Buy Now, Pay Later (BNPL) e em prevenção à fraudes em e-commerce, os números mostram que a vulnerabilidade dos consumidores ainda é uma ameaça na hora de comprar pela Internet. De acordo com a pesquisa, 62,4% dos brasileiros já sofreram alguma tentativa de golpe virtual, a maioria delas (41,8%) em sites de compra.

Fraudes via WhatsApp também são relevantes, e representam 20,6% das tentativas, enquanto o golpe do Pix foi mencionado por 18,6% dos respondentes. Roubo de dados (o chamado “phishing”) foi a ameaça citada por 13,9% dos respondentes, enquanto 5,2% dos consumidores mencionaram terem sofrido tentativa de roubo de senha.

Dinheiro perdido

A maioria das vítimas relatou ter sofrido prejuízo entre R$ 500 e R$ 1 mil (47,6%), com um segundo grupo significativo perdendo valores na casa de R$ 50 e 100 (19%). Já 15,5% dos respondentes afirmaram terem sido fraudados em valores acima de R$ 2 mil; 10,7% perderam entre R$ 1 mil e R$ 1.500. Apenas 7,1% dos consumidores relataram não ter sofrido prejuízo financeiro.

Onde os golpes acontecem

O levantamento mostrou, ainda, que a maioria absoluta (92,3%) das tentativas de golpe ocorreu através de dispositivos móveis, principalmente celulares. Outro aspecto relevante é que 64,3% das vítimas não registraram boletim de ocorrência após sofrerem a ameaça, indicando uma possível falta de confiança na resolução do problema ou desconhecimento sobre a importância desse registro.

“Os números do nosso levantamento revelam que a questão das fraudes e golpes virtuais é uma realidade na vida dos brasileiros e que pode causar prejuízo tanto para o consumidor quanto para o lojista, que também  sofre impactos financeiros por conta dos crimes virtuais,” destaca Juana Angelim, Chief Operating Officer da Koin. “Por isso, cada vez mais, é preciso que as empresas reforcem suas vendas on-line com sistemas antifraudes robustos”, completa a executiva. Só em 2023, a Koin evitou R$ 240 milhões em fraudes e 120 mil transações fraudulentas.

O levantamento considerou a experiência de 350 consumidores de todas as regiões do Brasil, em agosto, com grande parte dos respondentes do Sudeste (43,1%), seguido pelo Nordeste (18,6%). A faixa etária dos participantes também mostrou uma distribuição homogênea: de 35 a 44 anos (27,3%), 45 a 54 anos (23,5%) e 55 a 64 anos (22,5%).

Assª. Izabelly Lopes
Por Paulino Andrade/FN


BRK recebe Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol pelo segundo ano consecutivo

 CEO da BRK, Alexandre Thiollier Neto, destaca que o reconhecimento mostra o compromisso da empresa com a sustentabilidade. Nível máximo de premiação é concedido às organizações que inventariam suas emissões de gases de efeito estufa por completo e têm seus dados verificados


A BRK, uma das maiores empresas privadas de saneamento, recebeu o mais alto nível de certificação do Programa Brasileiro GHG Protocol, o Selo Ouro. O reconhecimento demonstra o compromisso e transparência da empresa na divulgação do inventário de Gases de Efeito Estufa (IGEE) de suas atividades em registro público.


O GHG Protocol é a principal referência de contabilização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), gerida pela FGVces, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e pelo World Resources Institute (WRI), em parceria com o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e 27 Empresas Fundadoras.


Esta certificação tem como objetivo fortalecer a cultura de gestão das emissões como parte da agenda de combate às mudanças climáticas, reforçar o compromisso e a transparência das organizações na divulgação do inventário auditado, além de ser uma ferramenta estratégica para atrair investimentos, ganhar competitividade no mercado e fortalecer os laços com parceiros conscientes da importância da responsabilidade ambiental.


“O Selo Ouro da certificação representa o nível máximo de premiação. Ele é concedido às organizações que inventariam suas emissões de gases de efeito estufa por completo e esses dados são verificados por um órgão independente. Esse reconhecimento reforça o comprometimento da BRK com a gestão responsável de suas emissões de GEE”, explica Alexandre Honore Marie Thiollier Neto, CEO da BRK.


A asseguração do IGEE da BRK foi realizada pela empresa Ecogest. Foram mapeadas 23 unidades, 378 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), 57 Estações de Tratamento de Água (ETAs) e 395 Unidades de Tratamento de Serviços (UTSs), garantindo o selo ouro referente ao ano de 2023.


“Para atingir o nível máximo da premiação, implementamos práticas sustentáveis para mitigar os impactos das mudanças climáticas por meio de tecnologias inovadoras, estabelecemos metas ambiciosas e investimos em projetos para alcançar a neutralidade de carbono até 2040, contribuindo para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável”, completa Alexandre Thiollier Neto.


O compromisso da BRK em zerar sua emissão líquida de GEE até 2040 é fundamentado em investimentos para redução das emissões nos processos de tratamento de esgoto e para autogeração de energia elétrica a partir de fontes renováveis.  Além disso, a companhia desenvolveu um portfólio de projetos de mitigação para atingimento das metas, com foco em estações de tratamento de esgoto eficientes, secadores solares de lodo, queimadores de biogás e consumo de energia elétrica proveniente de fontes renováveis.


SOBRE A BRK EM PERNAMBUCO


Uma das maiores empresas do segmento privado de saneamento do país, a BRK trabalha para transformar a realidade do saneamento básico do Brasil, onde ainda hoje uma a cada duas pessoas vive sem coleta de esgoto. A BRK beneficia diretamente a vida de mais de 15 milhões de brasileiros, conhece a realidade do país de Norte a Sul, e atua para transformá-la, proporcionando investimentos para ampliação do acesso ao saneamento e garantir serviços de qualidade para seus clientes. Em Pernambuco, a BRK está presente na Região Metropolitana do Recife (RMR) e no município de Goiana desde 2013, por meio do Programa Cidade Saneada, uma parceria público-privada com a Compesa que já investiu mais de R$3 bilhões no saneamento. O objetivo da parceria é a ampliação do atendimento dos serviços de esgoto em todas as 15 cidades atendidas.


Assª. Maria Fernanda Moreira / BRK

Por Paulino Andrade/FN

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Anúncios patrocinados: até quando vão encarecer?

 Por Renan Cardarello

Uma coisa que muitos profissionais de mídia paga estão notando nos últimos anos é o constante aumento do custo dos anúncios pagos, sejam eles Google Ads, Meta Ads, TikTok Ads, etc. Seguindo essa ideia, algumas dúvidas surgem quanto ao tema: quais os motivos do encarecimento dos anúncios e até quando eles vão continuar ficando mais caros?

Por mais que não seja um recurso orgânico e gratuito, investir nos anúncios pagos pode trazer retornos extremamente significativos para as empresas, uma vez que eles permitem um maior alcance das publicações desenvolvidas de forma que a marca atinja um público mais abrangente e, ao mesmo tempo, segmentado conforme a persona desenhada nos serviços ou produtos ofertados. E, por esse motivo, mesmo com o crescente aumento nos preços, os investimentos continuam.

O problema, contudo, é que houve uma percepção nítida do aumento dos preços da área nos últimos anos, desencadeado, principalmente, pela pandemia. Afinal, com a disseminação, a nível global, da Covid-19 em 2020 e 2021, vários estabelecimentos tiveram que fechar suas portas. Em resposta a esse forte impacto no mercado físico, vimos, consequentemente, um grande impulso na utilização da internet pela população, a qual passou a participar diariamente, da vida de muitas pessoas que, até antes, não tinham contato ou interesse no espaço virtual.

Dados da OMS, como prova disso, mostram que houve um aumento de 71% para 83% no número de domicílios com acesso à internet entre 2019 e 2020, o correspondente a cerca de 61,8 milhões de casas conectadas. Neste cenário, como as lojas físicas não conseguiriam voltar a funcionar em pouco tempo, a grande ideia que muitos empreendedores tiveram foi a de começar a venda por meio da internet, onde todas as pessoas acabaram frequentando por longos horários.

Além disso, durante o tempo de isolamento social, muitos profissionais ficaram desempregados e tiveram a necessidade de buscar algo para poder se manter financeiramente, o que também desencadeou um outro movimento de grande destaque neste período: os infoprodutos. Dentre um deles, a popularização do conteúdo da gestão de tráfego pago foi notável.

Tivemos, então, três bases para o evento que estamos analisando, sendo eles: os empregadores (de lojas que fecharam durante a pandemia), profissionais que tiveram seus trabalhos encerrados e, por último, a venda do conhecimento necessário para que as pessoas que se encontravam desempregadas iniciassem trabalhos simples na área – o que levou à uma superpopulação tanto de lojas online quanto de gestores de tráfego. O resultado? Várias lojas do mesmo segmento disputando, no sistema de leilão, as plataformas de anúncios pelas mesmas palavras-chave.

Em uma ideia paralela, como exemplo, quando se tem uma alta de demanda por um tipo de produto e o mercado apresenta uma falta de estoque, o que acontece? O preço aumenta. E foi isso o que aconteceu nos últimos anos. Houve a falta de público para todas essas lojas que não souberam nichar seus e-commerces.

Este movimento de preços crescentes foi fortemente acompanhado por todo o mercado ao redor do mundo, impactando, até mesmo, uma série de produtos alimentícios populares na mesa do brasileiro, como foi demonstrado em uma matéria pelo O Globo, “Em janeiro e fevereiro, custo da comida em casa subiu 2,95%, contra 1,25% do IPCA. El Niño afetou colheita. Feijão, arroz, batata e cenoura já têm alta superior a 10% em 2024”.

Relacionado à economia internacional, temos como exemplo os dados compartilhados na pesquisa “UK inflation rate: How quickly are prices rising?”, na qual foi constatado que, apesar de a inflação ter caído, significativamente, desde que atingiu 11,1% em outubro de 2022, que foi a taxa mais alta em 40 anos, isso não significa que os preços estão caindo - apenas que estão subindo menos rapidamente. Tudo isso indica que não só os preços de anúncios estão subindo; mas todo o custo está em uma curva crescente.

Nesse contexto geral, fica claro o motivo do aumento dos preços de campanhas pagas, sendo eles, de modo resumido: por conta do aumento geral dos preços de modo universal (até em países de primeiro mundo); pela superpopulação de anunciantes de mesmo nicho, sem pontos diferenciais; e pela desvalorização da moeda brasileira, que acaba por piorar a situação. Diante disso, a tendência dos preços de campanhas PCP e PPI (pagamento por clique e pagamento por impressão, respectivamente) é a de contínuo aumento de custos, ou, pelo menos, essa é a visão compartilhada por parte dos profissionais da área de tráfego pago com anos de experiência no mercado.

Renan Cardarello é CEO da iOBEE - Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.

 

Sobre a iOBEE:


Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Redes Sociais, Inbound Marketing e mais, a iOBEE é uma assessoria de marketing digital e tecnologia, com serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas.

Assª. Nathalia Bellintani
Por Paulino Andrade/FN