terça-feira, 27 de outubro de 2026

O erro de R$ 700 mil por hora que pode começar na graxa errada

 Estudos mostram que falhas de manutenção não programada custam caro à indústria brasileira — e boa parte delas começa em um ponto que raramente chega à pauta: a especificação correta do lubrificante


Ascom / 

Oficina da Comunicação

Por, Paulino Andrade/FN


Uma hora de parada não programada custa, em média, R$ 700 mil para a indústria no Brasil, segundo estudo da ABB em parceria com a Sapio Research — valor bem acima da média internacional, de US$ 260 mil por hora, apontada por pesquisa da Vanson Bourne com fabricantes globais. Mais de dois terços das empresas industriais relatam ao menos uma interrupção não programada por mês.

Segundo especialistas ouvidos nesses levantamentos, a causa mais comum não é uma falha repentina, mas a soma de pequenas degradações negligenciadas ao longo do tempo — corrosão, desgaste acelerado, vazamentos e perda de espessura em tubulações, muitas vezes agravados por estratégias de manutenção reativas em vez de preventivas.

A lubrificação é um dos pontos mais frequentes — e mais evitáveis — dessa cadeia de degradação. De acordo com a Society of Tribologists and Lubrication Engineers (STLE), entre 10% e 40% dos custos de manutenção de máquinas estão diretamente ligados a efeitos de atrito, e a fricção pode responder por até 30% do desgaste de equipamentos industriais.

“A maior parte dos problemas de lubrificação não aparece do dia para a noite. É lubrificante insuficiente, contaminação, ou um produto que não foi especificado para aquela temperatura, carga ou velocidade de operação — e isso vai corroendo o equipamento até a parada”, explica Luiz Maldonado, CEO da Lubvap Special Lubricants, distribuidora de lubrificantes especiais com mais de 19 anos de atuação no Brasil.

Para aplicações industriais submetidas a condições severas, existem lubrificantes especiais desenvolvidos para atender a exigências específicas de temperatura, carga e velocidade. Entre os exemplos estão as soluções da Setral, que incluem produtos voltados à proteção de componentes mecânicos e à redução do desgaste em diferentes processos industriais. A escolha deve considerar as características de cada equipamento e as recomendações técnicas do fabricante.

Foi para atacar esse tipo de problema que a Lubvap estruturou uma área de Engenharia dentro da empresa, dedicada a analisar a aplicação real de cada cliente — temperatura, carga, velocidade, contaminação e segurança — antes de indicar a tecnologia de lubrificação adequada.

“Não adianta só vender o produto. É preciso ir à fábrica, entender o processo, e só depois recomendar a solução certa. Às vezes o problema nem está no lubrificante em si, mas na frequência de aplicação ou na compatibilidade com o que já estava em uso”, pondera Luiz.

A Lubvap, distribuidora instalada em São José dos Campos (SP) com atuação em todo o Brasil, reúne em seu portfólio marcas internacionais de lubrificantes especiais de alta performance, além de prestar consultoria técnica para diagnóstico e substituição de lubrificantes em aplicações industriais críticas.

Sobre a Lubvap

A Lubvap Special Lubricants (www.lubvap.com.br), empresa de distribuição com mais de 19 anos no mercado de soluções de lubrificação, localizada na cidade de São José dos Campos, estado de São Paulo, atua em todo o Brasil, com uma equipe de especialistas técnicos, que atende todos os segmentos da indústria brasileira com Lubrificantes Especiais de Alta Performance; Lubrificadores Automáticos; Desengraxantes Biodegradáveis, aprovados pela Anvisa; e Soluções em Limpeza Industrial (solventes e desengraxantes).

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